Meu pai era um biólogo nato, amava os animais e as plantas. Desde menino estudou na Escola Agrícola de Barbacena. Era elegante, gostava de usar ternos claros e já revelando indícios da personalidade depressiva, adquiriu imenso terreno, mais afastado. Cercou a casa com todas as espécies de plantas tanto frutíferas como ornamentais. Como criava abelhas, escolheu especificamente uma chamada Melífera. Como o próprio nome diz, ela exalava um perfume adocicado que atraía abelhas e insetos que iam dela retirar o néctar para fazer o delicioso mel. Ele cercou toda a propriedade com esta flor.Elas floresciam , em junho/ julho, dando cachos brancos que cobriam toda a vegetação Inundando toda a nossa casa de um perfume inconfundível.
Papai , juntamente com meu avô, construíram nossa casa de modo que recebesse o sol da manhã e como ficava num terreno alto, todas as tardes contemplávamos os maravilhosos e cada dia diferentes pores- do-sol decantados em prosa e verso e pintados por artistas famosos que escolheram nossa cidade para viver como o famoso pintor francês Emeric Marcier.
A rua acima de nossa casa chamava-se Alameda George Bernanos em homenagem ao também escritor francês que ali viveu e morreu.Ambos os franceses, como uma grande leva de outros artistas, fugiram da Europa na época das Grandes Guerra Mundiais.
Meus pais contavam que este famoso escritor, passava pela alameda, caminho sombreado de enormes árvores, com seu cavalo, chapéu, enorme capa preta que cobria parte do lombo do animal, sempre seguido de um cão. Tal alameda levava ao caminho chamado Cruz das Almas que finalizava na casa do escritor. Casinha modesta mas bucólica, cercada de casuarinas.Ali ele viveu, escreveu vários poemas e livros destacando um que fez Barbacena ser conhecida em toda a Europa: Le Chemin de la Croix-des-Ames -O Caminho da Cruz das Almas. Ao morrer, o Governo francês fez o traslado de seus restos mortais para a França.
Havia muita semelhança entre a vida destes enigmáticos e excêntricos artistas e a de meu pai, figuras solitárias, personalidades depressivas que optaram por viver em lugares isolados, cercados de densa vegetação.
Todos os dias, vestido no seu terno, sempre com um guarda chuva pendurado nas costas, víamos papai descer o Morro das Pedras, onde morávamos, rumo ao trabalho e ficávamos, acenando e dizendo: vai com Deus e ele acenando até desaparecer no final de outro morro.
O terreno de nossa casa ocupava todo o quarteirão. As pessoas jogavam entulho, este ia se acumulando , por causa dos perigos, não nos era permitido andar descalços e se o fizéssemos e fôssemos descobertos, levávamos surra.
A casa dos nossos avós maternos próxima à casa de nossa tia, eram dois lugares que adorávamos ir, onde fazíamos travessuras, junto com os primos. Pontualmente, após as aulas, passávamos por lá. Além dos folguedos, tinham as coisas gostosas das casas da avó e da tia e podíamos até chupar picolé e andar descalços, longe da reprovação dos pais.
E assim, transcorria nossa infância: brincando de pique, chicotinho queimado, cantigas de rodas, caminhando pelos pastos colhendo gabirobas e tantas outras frutinhas do campo, nadando, pegando peixes e girinos nos córregos e pântanos naquele tempo, ainda cristalinos.
Mas um acontecimento fatídico mudou toda nossa infância, modificou toda nossa vida.
Em julho de 1959, um dos meus irmãos, com 10 anos de idade, descalço, ao descer de um abacateiro, espetou o calcanhar num arame farpado e enferrujado, na casa da vovó.
Começou o processo inflamatório, mesmo sentindo dores fortes ele nada disse em casa, para nossos pais não saberem que andara descalço.
Naquela época, não havia televisão, muitasinformações ou recursos. Não fora conhecido nenhum caso semelhante para que pudesse servir de alerta.
Um tétano galopante ceifou a vida de meu inseparável irmão . Seu caixão, sua coroa de flores, as flores que as pessoas carregavam foram as melíferas já que ele faleceu em Julho e elas estavam floridas. Enquanto seu corpo era velado, outro nosso irmão era batizado.
O enterro seguiu, à moda antiga, atravessando a cidade em direção ao cemitério. Todos estavam consternados, diante daquela morte prematura. Os comerciantes, semicerravam as portas, em sinal de respeito.
Vi minha avó chorando muito, se culpando, já que ele machucara na sua casa ao subir no abacateiro para apanhar abacates, a pedido dela.
Após esse dia, meu pai caiu em depressão profunda. Fomos proibidos do que tanto amávamos, ir à casa de nossos avós e primos. As caixas de abelhas foram abandonadas e invadidas pelas formigas. Ficamos cada vez mais isolados, dentro daquela capoeira que era nossa casa. Meu pai parou de se cuidar e ao retornar ao trabalho, ia cabisbaixo e soturno.
E, ele que não nos deixava quebrar um galho de planta, nos aniversários subseqüentes da morte, quando as melíferas floresciam e inundavam todo o ambiente com o seu perfume, ele aos poucos, foi cortando todas, para fazer cessarem as lembranças da morte associadas ao perfume das flores. E continuou a cortá-las quando elas ainda teimavam em brotar. E cortou-as até extirpá-las.
Muitos anos se arrastaram. Meus pais nunca mais foram os mesmos. Nossa vida nunca mais foi a mesma...
Nossa mãe faleceu aos oitenta anos, coincidentemente, no mês de Junho. Meu pai, eu e demais irmãos, velávamos o seu corpo até que, misteriosamente, inexplicavelmente,inusitadamente, apareceu dentro do caixão, nas mãos de mamãe, uma certa flor chamada Melífera.
Arvoreta da família das Sterculiáceas, quando adulta chega a atingir entre 4 a 6 metros de altura, possui folhagem belíssima, aveludada, de grande tamanho (12 a 20 cm de diâmetro), fazendo um bonito contraste com outras vegetações.
Além disso, é perfumada e melífera, atraindo muitas abelhas e borboletas. A propagação se faz facilmente por estaquia da ponta de ramos.
Necessita de luz solar plena, prefere clima quente e úmido e solo argilo-arenoso. Floresce no fim do inverno e começo da primavera.
São encontradas variedades com flores brancas e róseas.
Planta apícola, ornamental
É originária da África do Sul
Floração de junho a outubro. Também conhecida por astrapéia-rosa, abelheira, aurora...
Meu pai era um biólogo nato, amava os animais e as plantas. Desde menino estudou na Escola Agrícola de Barbacena. Era elegante, gostava de usar ternos claros e já revelando indícios da personalidade depressiva, adquiriu imenso terreno, mais afastado. Cercou a casa com todas as espécies de plantas tanto frutíferas como ornamentais. Como criava abelhas, escolheu especificamente uma chamada Melífera. Como o próprio nome diz, ela exalava um perfume adocicado que atraía abelhas e insetos que iam dela retirar o néctar para fazer o delicioso mel. Ele cercou toda a propriedade com esta flor.Elas floresciam , em junho/ julho, dando cachos brancos que cobriam toda a vegetação Inundando toda a nossa casa de um perfume inconfundível.
Papai , juntamente com meu avô, construíram nossa casa de modo que recebesse o sol da manhã e como ficava num terreno alto, todas as tardes contemplávamos os maravilhosos e cada dia diferentes pores- do-sol decantados em prosa e verso e pintados por artistas famosos que escolheram nossa cidade para viver como o famoso pintor francês Emeric Marcier.
A rua acima de nossa casa chamava-se Alameda George Bernanos em homenagem ao também escritor francês que ali viveu e morreu.Ambos os franceses, como uma grande leva de outros artistas, fugiram da Europa por causa da 2ª Grande Guerra Mundial.
Meus pais contavam que este famoso escritor, passava pela alameda, caminho sombreado de enormes árvores, com seu cavalo, chapéu, enorme capa preta que cobria parte do lombo do animal, sempre seguido de um cão. Tal alameda levava ao caminho chamado Cruz das Almas que finalizava na casa do escritor. Casinha modesta mas bucólica, cercada de casuarinas.Ali ele viveu, escreveu vários poemas e livros destacando um que fez Barbacena ser conhecida em toda a Europa: Le Chemin de la Croix-des-Ames -O Caminho da Cruz das Almas. Ao morrer, o Governo francês fez o traslado de seus restos mortais para a França.
Havia muita semelhança entre a vida destes enigmáticos e excêntricos artistas e a de meu pai, figuras solitárias, personalidades depressivas que optaram por viver em lugares isolados, cercados de densa vegetação.
Todos os dias, vestido no seu terno, sempre com um guarda chuva pendurado nas costas, víamos papai descer o Morro das Pedras, onde morávamos, rumo ao trabalho e ficávamos, acenando e dizendo: vai com Deus e ele acenando até desaparecer no final de outro morro.
O terreno de nossa casa ocupava todo o quarteirão. As pessoas jogavam entulho, este ia se acumulando , por causa dos perigos, não nos era permitido andar descalços e se o fizéssemos e fôssemos descobertos, levávamos surra.
A casa dos nossos avós maternos próxima à casa de nossa tia, eram dois lugares que adorávamos ir, onde fazíamos travessuras, junto com os primos. Pontualmente, após as aulas, passávamos por lá. Além dos folguedos, tinham as coisas gostosas das casas da avó e da tia e podíamos até chupar picolé e andar descalços, longe da reprovação dos pais.
E assim, transcorria nossa infância: brincando de pique, chicotinho queimado, cantigas de rodas, caminhando pelos pastos colhendo gabirobas e tantas outras frutinhas do campo, nadando, pegando peixes e girinos nos córregos e pântanos naquele tempo, ainda cristalinos.
Mas um acontecimento fatídico mudou toda nossa infância, modificou toda nossa vida.
Em julho de 1959, um dos meus irmãos, com 10 anos de idade, descalço, ao descer de um abacateiro, espetou o calcanhar num arame farpado e enferrujado, na casa da vovó.
Começou o processo inflamatório, mesmo sentindo dores fortes ele nada disse em casa, para nossos pais não saberem que andara descalço.
Naquela época, não havia televisão, muitasinformações ou recursos. Não fora conhecido nenhum caso semelhante para que pudesse servir de alerta.
Um tétano galopante ceifou a vida de meu inseparável irmão . Seu caixão, sua coroa de flores, as flores que as pessoas carregavam foram as melíferas já que ele faleceu em Julho e elas estavam floridas. Enquanto seu corpo era velado, outro nosso irmão era batizado.
O enterro seguiu, à moda antiga, atravessando a cidade em direção ao cemitério. Todos estavam consternados, diante daquela morte prematura. Os comerciantes, semicerravam as portas, em sinal de respeito.
Vi minha avó chorando muito, se culpando, já que ele machucara na sua casa ao subir no abacateiro para apanhar abacates, a pedido dela.
Após esse dia, meu pai caiu em depressão profunda. Fomos proibidos do que tanto amávamos, ir à casa de nossos avós e primos. As caixas de abelhas foram abandonadas e invadidas pelas formigas. Ficamos cada vez mais isolados, dentro daquela capoeira que era nossa casa. Meu pai parou de se cuidar e ao retornar ao trabalho, ia cabisbaixo e soturno.
E, ele que não nos deixava quebrar um galho de planta, nos aniversários subseqüentes da morte, quando as melíferas floresciam e inundavam todo o ambiente com o seu perfume, ele aos poucos, foi cortando todas, para fazer cessarem as lembranças da morte associadas ao perfume das flores. E continuou a cortá-las quando elas ainda teimavam em brotar. E cortou-as até extirpá-las.
Muitos anos se arrastaram. Meus pais nunca mais foram os mesmos. Nossa vida nunca mais foi a mesma...
Nossa mãe faleceu aos oitenta anos, coincidentemente, no mês de Junho. Meu pai, eu e demais irmãos, velávamos o seu corpo até que, misteriosamente, inexplicavelmente,inusitadamente, apareceu dentro do caixão, nas mãos de mamãe, uma certa flor chamada Melífera.
Arvoreta da família das Sterculiáceas, quando adulta chega a atingir entre 4 a 6 metros de altura, possui folhagem belíssima, aveludada, de grande tamanho (12 a 20 cm de diâmetro), fazendo um bonito contraste com outras vegetações.
Além disso, é perfumada e melífera, atraindo muitas abelhas e borboletas. A propagação se faz facilmente por estaquia da ponta de ramos.
Necessita de luz solar plena, prefere clima quente e úmido e solo argilo-arenoso. Floresce no fim do inverno e começo da primavera.
São encontradas variedades com flores brancas e róseas.
Planta apícola, ornamental
É originária da África do Sul
Floração de junho a outubro. Também conhecida por astrapéia-rosa, abelheira, aurora...
São estes da foto: um macho e uma fêmea! Estão com quase 45 dias, ja se alimentam de ração e utilizam a caixa de areia! Também tenho um outro "anjo" me ajudando, que pode encaminhar para a castração/esterilização dos bichanos por volta dos 6 meses! Muito obrigada, "anja" O meu telefone de contato é (31) 9436-3590 ou pelo e-mail limadanielle@terra.com.br bjo
Peço-lhe, por favor, repassar o email para cuidadores, protetores e amigos de sua relação de emails, para tentar localizar meu cão. Um pastor mestiço, que fugiu na segunda feira, no bairro Salgado Filho, nas proximidades da avenida Tereza Cristina, antes do hospital André Luiz. Ele tem pouco pelo, é preto com manchas amareladas e estava com uma coleira branca (escalibur) cheia de emendas. Costurei a coleira para que ele não corresse o risco de ser picado por mosquitos, pulgas ou carrapatos. Ele atende pelo nome de Toio e, como estava acostumado a correr livre no lote, tenho medo que esteja preso a alguma corrente e sofrendo. Já procurei, bati em algumas casas, mas não consegui encontrá-lo. A área em que talvez ele tenha se deslocado pode ser Betânia, ´Salgado Filho, Nova Cintra.
"O universo sempre conspira a favor dos sonhadores"
Você está convidado a participar da reunião da Comissão Interinstitucional de Saúde Humana na sua Relação com os Animais, no dia 1º de fevereiro, às 14:30 horas, na sala de reuniões do Conselho Municipal de Saúde, Av. Afonso Pena, 2336 - Pilotis. Trataremos dos programas educativo e de adoção dos animais abandonados de BH, que está sendo implantado em parceria com as Secretarias Municipais de Saúde e de Meio Ambiente, ONGs de proteção aos animais e ativistas autônomos. Venha trazer sua contribuição com relação à feiras de adoção, termos de compromisso de adoção, entrevistas com os candidatos a adotantes e outros assuntos relacionados ao tema. Aguardamos você!
"O universo sempre conspira a favor dos sonhadores"
andamos envolvidos com grandes projetos de ajuda à Causa Animal.Projetos arrojados, juntamente com a Comissão de Saúde Humana. Breve, esperamos divulgar. Resolvi montar também, um Bazar de novos e usados que tem no primeiro piso um Topa Tudo. Estamos à procura de fundos p/ custear nossas despesas e ajudar mais A Causa Animal. Em anexo,segue o panfleto. Se quiserem ajudar de alguma maneira, enviem email e nós buscaremos sua doação tanto p/ o Bazar quanto para o Topa Tudo.Se quiserem tb alguma parte, no que doarem, nos avisem. Aceitamos tudo que tenha valor comercial.Aceitamos, também, a ajuda de voluntários. Contando mais uma vez com a ajuda de nossos amigos que conhecem e confiam no nosso trabalho, antecipadamente, agradecemos.Se puderem imprimir o panfleto e distribuir, agradecemos. Graça Leal
lembram do email falando da cinomose e do quiabo? Anotei, mas ñ prestei muita atenção na hora. Depois de dar uma olhada melhor (como terapeuta q sou), na verdade, acho q esse remédio ñ é para a cino, mas para a parvovirose, q tem inicialmente sintomas parecidos: (No cão, a doença se estabelece principalmente no aparelho digestivo, provocando elevação da temperatura, podendo atingir 41ºC, e em animais mais velhos pode ocorrer diminuição da temperatura. Nessa fase o animal se torna sonolento e sem apetite, logo após tem início o vômito e diarréia escura com sangue e odor fétido. Alguns animais apresentam também tosse, além de inchaço nos olhos ou inflamação da córnea (conjuntivite) . O coração do animal também se inflama (Miocardite) , principamente quando o animal é jovem, causando morte em geral repentina de evolução rápida, às vezes em questão de dias ou até horas).
Pelo sintoma q a pessoa descreve, vejam q deve ser mesmo a parvo, inclusive no inicio, as duas podem ser confundidas, mas a parvo apenas causa sintomas digestivos: Acredite seu cãozinho pode ser salvo até no estagio alto da doença "quando caido,sem comer,e começando a evacuar aquele
sangue fedido".
Faça um suco de quiabo com agua batido no liquidificador:
Uns 6 a 8 quiabos com uns 600ml de agua .Bata bem batido. Abra a boca do cãozinho e despeje garganta á dentro o quanto mais
for possivel do suco.Faça isso umas 2 ou 3 vezes ao dia.Garanto logo ele levanta com uma fome de leão e logo vc o vera todo serelepe(animadissi mo).
Ajude-me a divulgar esse remédio pra outras pessoas, seria tão bom se todos que gostam de cães jamais perdessem seu amiguinhos dessa doença...tendo um remédio tão simples e tão eficiente."
Realmente, ñ experimentei, mas pode dar certo mesmo para a parvo, e até na fase da cino em q ocorre a diarreia de sangue, sendo q a cino é muito mais mortal e traiçoeira, pq ataca várias vezes, com vários sintomas, então precisa de muito mais remédios e recursos. Temos q estar sempre atentas para essas doenças parecidas...
O suco de quiabo (rico em vitamina A, C, Cálcio Ferro e Fósforo e Sua
mucilagem (baba) é cicatrizante)vai ajudar e muito na recuperação do seu
auau,claro,juntamente com os medicamentos prescritos pelo veterinário.O suco de quiabo ajuda nos anticorpos do animal e estando mais forte ele reage melhor certo?
"Explicando melhor:sabendo -se que o tratamento é difícil. Depende
muito da capacidade imunológica do próprio cão. O veterinário pode
ajudar eliminando doenças que aparecem devido à baixa no sistema
imunológico, como infecções bacterianas; receitar medicamento que
diminuam a inflamação no cérebro e aumente sua resistência; uma
alimentação adequada, etc.Aí é justamente onde entra a ecomedicina,ou
seja,tratando o cão. Entendeu agora a participação do quiabo?
Mas jamais deixe de dar a medicação prescrita pelo vet,ela vai
bombardear a doença e o recurso natural vai tratar o cão,entendido?
ESSE TRATAMENTO NÃO DISPENSA A IDA AO VETERINÁRIO. É INDISPENSÁVEL O TRATAMENTO MÉDICO. PODE SALVAR VIDAS, NÃO ESTOU PROMETENDO "CURA" DEPENDE DO ORGANISMO E IMUNIDADE DE CADA ANIMAL...
"Os meios naturais usados em harmonia com a vontade de Deus, produzem resultados sobrenaturais”."
************************************************* Depoimento: Graça Leal Amigos protetores, não posso deixar de contar minha experiência: Em 21/07, resgatei uma mãezinha que vivia numa oficina, ela tinha tido 8 filhotes que estavam lindos e saudáveis. Quando retornei uma semana depois, 4 haviam morrido, ela estava prostrada, certamente há tempos.
Liguei, imediatamente, para nossa competente e amiga dos animais Drª Patrícia Freitas que pediu-me que a internasse, imediatamente.
Nina, estava com 40.8 de febre. Ficou internada, no soro, por 8 dias, com diarréia de sangue mesmo tomando vários medicamentos e enteroglobulin. Enquanto isso, levei os 4 filhotes para casa, certamente o rato urinou na ração e os 4 mais fraquinhos não resistiram. Foi aplicado neles também o enteroglobulin. A princípio fiz arroz com cenoura, batata doce e frango depois passei para o fígado com cenoura, batata doce e quiabo. foram melhorando a olhos vistos. Nossa amiga veterinária, sabendo dos altos custos me aconselhou levar a mãe para eu cuidar em casa, já que tenho certa experiência visto a cadela já ter tomado todos os remédios necessários e já não evacuar sangue e mesmo assim ela receitou o Metronidazol 400 mg e doxiciclina 100mg por 1 mês. Nos primeiros 2 dias pela manhã ela tinha feito uma lagoa de água com pontos de fezes. No terceiro dia, peguei o fígado e legumes, bati o quiabo cru com água e misturei à ração. Amigos, milagroso, ela fez fezes já mais ou menos firmes. Nos dias seguintes, aumentei a quantidade de ração, diminui o fígado e continuei misturando o quiabo cru para ela e os filhotes. Os cocôs saíam que nem nhoques e o da mãe está "perfeito"rsrs. Quando perguntei à Patrícia Freitas, quando poderia castrar Nina ela respondeu: -só quando as fezes estiverem perfeitas. Todos estão lindos mas corri demaaais. Foi como ter quintuplos doentes mas deu tudo certo, acudindo na hora, com veterinário competente e amigo dos animais. O interessante é que fui ao supermercado hoje e vi na gôndola de perfumaria pacote de seiva de quiabo para fortalecer os cabelos, rsrs já vou passar o quiabo cru, batido no liquidificador, nos meus cabelos, rsrs
Primeiramente, parabéns pelo trabalho! Seu blog é repleto de informações úteis.
Meu marido e eu gostaríamos de pedir a ajuda de vcs na divulgação de nosso caso. Recolhemos no sábado, no Posto Ale da Pampulha, uma cadela muito dócil, jovem adulta, de grande porte, com um corte profundo em uma das patas traseiras. Demos todos os cuidados veterinários necessários e ela está ótima. Infelizmente nossa casa é muito pequena para o porte dela e já temos um outro cãozinho pequeno e ciumento (eles quase brigaram...), que tb retiramos das ruas em agosto passado, então não poderemos ficar com ela. Antes de iniciarmos uma campanha para adoção da Úrsula (este foi o nome que demos a ela por parecer um urso polar! rs), iremos tentar devolvê-la aos seus donos — ela é muito doce, muito grande e muito bem tratada para ser de rua, além de possuir cicatrizes decorrentes de intervenção cirúrgica, de acordo com o veterinário que a examinou. Estamos espalhando cartazes na região e divulgando em sites e e-mails o texto abaixo com as fotos. Por favor, ficaríamos muito felizes caso pudesse nos ajudar divulgando no Adoção BH o texto e ao menos a foto principal, ou através de qualquer outra forma que possa nos ajudar.
Abraço,
Priscila e Igor
AJUDE A ENCONTRAR MEU DONO!
Você conhece esta cadela? Nós a encontramos e ela está sentindo a sua falta!
Ela é mansa, de comportamento dócil e tranqüilo. Parece ser de raça e adestrada (atende aos comandos sentar e dar a patinha), é de grande porte (29kg), pelo bege, olhos mel. Nós a encontramos no sábado, 09/01/10, às 20h, no Posto Ale da Av. Antônio Carlos, próximo ao Barra Bier, na Lagoa da Pampulha. Estava magra, abatida, com um corte na pata direita traseira, mas já demos todos os cuidados veterinários necessários e está com ótima saúde. Por favor, se esta cadela é sua, ou se você sabe quem é seu dono, entre contato conosco. Nós a acolhemos com muito carinho e cuidados, mas não temos condições de espaço para adotá-la, além de termos outro cãozinho.
Se não encontrarmos o dono rapidamente, teremos que encaminhá-la para adoção. 8637-3747 - 9269-6900
A questão da vacinação gratuita em animais domésticos representa não apenas um problema de saúde pública, como também uma necessidade real da população.Atualmente, a única vacina fornecida pelo Estado é a que previne contra raiva.Entretanto, os donos de animais domésticos e os profissionais envolvidos nessa área sabem que essa doença não representa uma importância relevante em termos de epidemiologia, em relação à outras doenças.
A partir disso, é possível perceber um impasse: enquanto o Estado realiza campanhas de vacinação gratuita contra doenças que apresentam pequeno risco de contaminação no contexto urbano, a Leishmaniose vem avançando e permanece matando nossos animais de forma assustadora.Nas clinicas veterinárias,o número de animais sacrificados em função da doença aumenta diariamente, e a prefeitura se orgulha de realizar eutanásia em caes supostamente soropositivo,sem ao menos confirmar o diagnostico - sabe-se que 50% dos animais sacrificados não estão doentes.
Vários são os motivos pelos quais os animais não são vacinados contra Leishmaniose, dentre eles, pode-se citar:
-Desconhecimento da existência da vacina .
-Desconhecimento da qualidade da vacina -hoje se sabe que o mosquito que pica um animal vacinado não consegue trasmitir a outro.
-Preço muito elevado da vacina em função da pequena produção.
-Desconhecimento da gravidade da doença (zoonoze)
-Dificuldade de divulgação.
Em função dessa situação, temos de mobilizar as pessoas que amam os animais, com o objetivo de desenvolver ações capazes de mobilizar o Estado a colocar a vacina contra a Leishmaniose visceral à disposição de toda a população.Por isso, sugere-se a realização de debates, palestras, passeatas, abaixo assinados, divulgação na mídia, dentre outras atitudes para a eficácia da medida.
GOSTARIA DE CONVIDAR A TODOS A PARTICIPAR DESTA CAMPANHA, SUGESTÕES SÃO BEM VINDAS.
SE VOCÊ GOSTA DE ANIMAIS,FAVOR REPASSAR ESTA MENSAGEM.
Atenciosamente, Geraldo Savio Ribeiro - Veterinário Quem ama, cuida e vacina!
GRACAS A DEUS CONSEGUIMOS UM LAR PARA O NOSSO QUERIDO SHEID. UM RAPAZ, CHAMADO LEANDRO FEZ CONTATO COMIGO E EU FUI ATE A CASA DELE PARA CONHECE-LO. A PRINCIPIO TEM TUDO PARA DAR CERTO E ESTOU REZANDO MUITO PRA ISSO. GOSTARIA DE TE AGRADECER A ATENCAO E PEDIR A GENTILEZA DE RETIRAR O ANUNCIO DO SITE. ASSIM QUE TIVER UMA FOTO DO SHEID COM O LEANDRO TE ENVIO PARA QUE VC COLOQUE NO SITE, TA? UM ABRACO E MAIS UMA VEZ OBRIGADA MARIANA E LAURA MACARON
Amigos que gostam de cachorros,
O Sheid, cãozinho que eu resgatamos quando ele estava atropelado e agonizando na rua (na chuva) JÁ TEVE ALTA DA CLÍNICA.
Ele esteve internado na Clínica do Dr. Leonardo maciel na Pampulha. Graças a Deus, não teve fraturas.
O estado de saúde dele é ÓTIMO (hemograma normal)
LEISCHIMANIOSE NEGATIVA!!!
JÁ FOI CASTRADO!
É macho, tem o porte pequeno/médio, é um doce de cachorro. Apelidamos ele de "Sheid". É muito manso, super humilde, carente e muito doce!
Algumas pessoas apelidaram-no de COQUINHO (aderimos o novo apelido pois é muito simpático).
Ele precisa de um lar com pessoas que cuidem bem dele e o amem.....pois é um cãozinho muito carente e parece que já sofreu muito!
Pedimos encarecidamente a ajuda de todos nossos amigos para que divulguem o caso para que possamos encontrar um bom lar para ele.
O LINK QUE INDICAVA ESTE VÍDEO FOI RETIRADO DO AR.
SE VOCÊ O TINHA PUBLICADO EM SEU BLOG OU SITE, FAÇA A CORREÇÃO.
abraço
Deolinda
---------- www.gatoverde.com.brem defesa dos Direitos Animais "Os animais não existem em função do homem, eles possuem uma existência e um valor próprios. Uma moral que não incorpore esta verdade é vazia. Um sistema jurídico que a exclua é cego." - Tom Regan
Estamos publicando hoje no nosso blog http://ogritodobicho.blogspot.com/ a Campanha "Bicharada, passa p´ra dentro" que fazemos há 14 anos e mais argumentos para debate sobre o uso de animais em rituais religiosos OU NÃO religiosos. Publicamos, também:
- MACACOS SE ESBALDAM EM BANQUETE ANUAL NA TAILÂNDIA
- XUXA MOSTRA SEUS BICHINHOS
Aguardo vocês lá
abraços e obrigado
sheila moura
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