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domingo, 26 de maio de 2013

EMOCIONANTE DEPOIMENTO DE UM PROTETOR!




Meus amigos,
Hoje passei por uma experiência marcante.
No início do ano, um cão de um mendigo foi atropelado. A Juliana Pereira, uma grande protetora de animais, resgatou o animal e o levou para a clínica veterinária da Lara. Foi devidamente medicado e seus ferimentos tratados e cuidados de forma impecável. Uma das patas foi bastante esfoliada. Seria necessário muito tempo para a recuperação. Como a clínica não tem condições de internação por período prolongado, ofereci-me para cuidar do cão, que passei a chamar de Pluto.
O Pluto é um cão adorável. Muito carinhoso e brincalhão. Ficamos muito afeiçoados um pelo outro. É também muito ciumento e dominador, tanto que assumiu imediatamente a liderança quando chegou, mesmo machucado. Havia outros seis cães no recinto. Dois machos e o restante fêmeas. Todos castrados.
O tempo passou. O Pluto se recuperou. Com isso, um dilema se instaurou. Devolver ou não o animal ao antigo tutor. Do ponto de vista ético, claro que deveria devolver.
Mas ele já estava tão apegado a mim e eu a ele, apesar de tutelar dezenas de outros
cães. Além do mais, tenho mais condições materiais para cuidar do Pluto do que o indigente conhecido na cidade como Trouxinha.
Ocorre que, sempre que cruzava com o Trouxinha nas ruas, via-o solitário. Isso me cortava o coração. Decorridos meses desde o acidente com o Pluto e seu antigo companheiro continuava só.
Há muitos animais abandonados na cidade. Achei que o Trouxinha logo adotaria outro animal e assim tudo estaria resolvido. Mas isso não ocorreu.
Presenciei tentativas do Trouxinha em estabelecer vínculos com outros cães mas, por razões que ignoro, não vingaram. Vi certo dia ele carinhando um cachorra, mas ela não deu bola. Isso partiu meu coração. Senti-me a pior das criaturas. No meu peito estourou o sentimento de culpa. Algo me dizia que eu havia roubado a única fonte de amor daquele ser humano rejeitado por seus semelhantes. Aquele cão era tudo para ele: carinho, companhia, amor, atenção e calor nas noites frias. Aquele com quem dividir as carências, sofrimentos, tristezas. Dividir também suas refeições. Sim, o Trouxinha é alimentado pelos comerciantes e moradores da cidade e dividia tudo com seu fiel companheiro.
Tudo isso pesava em meu coração.
Eu proporcionava ao Pluto abrigo, alimentação, segurança e um pouco de carinho. Digo pouco, pois eu tenho que distribuir carinho para os outros também.
Já o Trouxinha era todo para o Pluto. 24 horas por dia. Oferecia pouco em termos materiais, mas muito em atenção e amor. O que seria mais importante para o Pluto?
Diante dessa situação, com muito pesar, pois estava muito apegado ao cão, deliberei que caberia ao Pluto decidir com quem ficaria.
Agora à noite procurei o Trouxinha e lhe disse que seu cão estava recuperado. Indaguei-lhe se o queria de volta. Ele acenou com a cabeça que sim. Sua dicção é ruim, por isso a indicação da cabeça era necessária. Repeti a pergunta e ele novamente confirmou que deseja seu cão de volta. Pedi-lhe que não saísse daquele local pois iria buscar o cão.
Voltei para casa. Passei o Pluto para dentro. Dei-lhe uma farta refeição. Coloquei a coleira nele e lá fomos nós. Ele decidiria seu destino. Estaria diante de mim e seu antigo dono. Estaria nas mãos dele, ou melhor dizendo, nas suas patas, a decisão de ficar com um ou outro.
Fiquei apreensivo. O que ele faria?
Como seria o reencontro?
Qual seria a reação do Trouxinha?
Finalmente cheguemos ao local.
Foi uma das cenas mais emocionantes da minha vida. A poucos metros de distância, o Pluto reconheceu seu antigo companheiro e correu em direção a ele. Foi uma alegria contagiante. Pela primeira vez, vi o Trouxinha sorrir. O Pluto não parava de pular, lamber e brincar. Era a felicidade encarnada. Ambos não cabiam de júbilo.
Vi que estava sobrando. Dei um passo para trás, pedi ao Trouxinha que cuidasse bem do Pluto e falei para que ficasse com Deus. O Pluto me olhou de um jeito que expressava gratidão. Em nenhum momento ele sinalizou que voltaria comigo. Retornei com a face inundada de lágrimas.

Que lição esse cão me passou! Que amor!
Amor incondicional. Amor sem interesse.
Para o Pluto, não importa se o Trouxinha tem um teto, tem dinheiro, tem status, tem amigos, tem comida ou qualquer outro bem material. Para ele o que importa é a pessoa. Não importa o ter, mas o ser. Ele demonstrou que gosta de mim e é grato por tudo o que fiz por ele, mas ama seu tutor acima de todas as coisas.
Temos muito o que aprender com os animais.

Jorge Samuel

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

HISTÓRIAS COMOVENTES

Amigos, são tantos casos que aparecem que a gente fica como louca tentando ajudar de alguma forma. Existem casos,  como esse , que não dá para simplesmente jogar para frente e ver se alguém resgata. Essa mãezinha estava uivando de dor de tanto bicho comendo seu corpinho e ainda tendo que amamentar os pequenos.
Estou em uma fase muito dificil, mas esse caso não consegui apenas divulgar.
Ontem a Luzia levou a mãezinha para retirada da bicheira, mas ela não podia voltar para o barranco. O que fazer???
Não pensei 2 vezes e pedi para que a Raquel do taxi dog a levasse para um hotelzinho.
Preciso muito de ajuda para salvar essa familia. O hotelzinho ficou  em R$ 200,00 + a ração/mês.
A consulta ficou tb em R$ 200,00 e o taxi dog ainda não me passaram o valor.
Preciso muito mesmo de ajuda.
Se alguém puder me ajudar sendo madrinha deles  com qualquer valor, ou doando uma ração boa de filhotes eu agradeço muito.
Qualquer ajuda é importante neste momento...vejam as fotinhas de onde estavam. Não dava para fingir que não sabiamos do seu sofrimento.
Conta para quem puder ajudar
Caso precisem do cpf, por favor solicitem.
 
Bradesco
ag 1521-0
conta 419-7
Itau
ag 8255
conta 12119-9
Santander
ag 4371
conta 01010233-3
Elisabete Sarran
Olha aonde a mãezinha os colocou para protegê-los.
Mãezinha gemendo de dor com vários bernes.
Após tomarem banho para retirar o barro e as pulgas.
Obrigada
Bete
Olá Bete,São Francisco ilumine seus caminhos e de todos nossos amigos que salvam essas vidas. 
Te ajudarei, modestamente, e tenho certeza que as almas generosas que lerem este apelo, não deixarão também de ajudá-la.Abraços

quinta-feira, 2 de junho de 2011

A INCRÍVEL SOBREVIVÊNCIA DE 5 FILHOTES SEPARADOS DA MÃE!





Pediram-me ajuda.
Uma cadela dera à luz a sete filhotinhos que supostamente foram mortos e a mãezinha corria risco de vida também. Havia,à distância, muita gente cuidando dela e não sabiam o que fazer.

Fui buscá-la e a internamos numa Clínica Veterinária e lá ela permaneceu uma semana, recebendo soro e cuidados pois apresentava uma leve fraqueza.

Na Clínica, tentaram que ela amamentasse três filhotes abandonados para ver se melhorava o estado dela já que apresentava indícios de depressão. Ela rejeitou-os e continuava triste. Foi dado antiinflamatório para secar o leite que aparecia nas tetas cheias.

Após uma semana, uma das pessoas que cuidava dela, Yara, buscou-a na Clínica, colocou coleira e guia e a conduziu para sua casa que ficava próximo ao local que tiraram a cadela.

A cadela, reconhecendo o local, deu um forte puxão, soltou da mão que a segurava e foi em desabalada carreira para o local de onde fora retirada que era uma galeria profunda local onde corria água em tempo de chuvas.

A protetora foi, de moto, atrás dela. Era por volta das dez da noite.
Para espanto de todos a cadela entrou na galeria e retornou,com seis cachorrinhos acompanhando-a ganindo, desesperados.

O vigia do local, então, adentrou pelas galerias, se arrastando para ver se havia mais filhotes e encontrou outro, infelizmente, já morto.

A protetora sentiu um misto de emoções: surpresa, alegria e finalmente, desespero porque já possuía em casa, uma enorme labradora, morava em casa alugada, o senhorio não admitia mais animais o que fazer? Naquela hora não havia muito o que pensar, ela juntou todos e os levou para casa.

Manhã de sexta-feira, eu tivera dias de trabalho intenso, necessitava dormir um pouco mais. O telefone toca, do outro lado uma pessoa chorando, desesperada contando que passara a noite sem dormir que a cadela ciumenta com os filhotes avançava o tempo todo na labradora, que precisava trabalhar às treze horas, que o senhorio não podia ver aquela cachorrada, que ao pedir ajuda a seus amigos todos a recriminaram de não querer ficar com os 
animais mas também não podiam assumi-los.

Mediante tantos problemas me propus ajudar esclarecendo de antemão que todos que acompanharam a vida daquela cadela eram também responsáveis e que deveriam compartilhar o ônus daquele resgate.

Recolhi-os e levei para a casa de uma amiga protetora,Geni, que sempre nos ajuda acolhendo animais, cuidando até que estejam em condições de serem adotados.Lá os instalamos, com todo o conforto e os alimentamos com boa ração.

.Passado todo esse stress, relaxamos e pudemos dar vazão a toda nossa surpresa por ver filhotes tão lindos e gordinhos porém com alguma desidratação.Como sempre, nossa querida veterinária 

Patrícia Spadano nos ajudou examinando todos, inclusive a mãe.Um ficou no soro mas não resistiu, estava bem menorzinho e fraquinho.Certamente, mamou menos.

Pretinha, nome que demos à mãe, voltou a ter leite e amamentar.Ela não os abandona um só instante.Quando quer fazer as necessidades, demonstra, vai à rua, sem a guia e volta rapidinho.

Mais uma vez os animais nos dão lição de vida. Estamos intrigados como esses filhotes sobreviveram sete dias longe da mãe. A explicação é que ela os amamentou bem, durante uns vinte dias, e, neste s dias frios, estando abrigados num lugar quentinho, juntaram-se e hibernaram como fazem os animais de lugares gelados.

Os filhotes já têm uns quarenta dias, já têm dentinhos que incomodam a mãe que não há necessidade de amamentá-los já que estão comendo ração.Já receberam a primeira dose de vermífugo e serão vacinados com a vacina décupla como também a mãe.Ela já será castrada nesta segunda-feira dia o5/06 e já foi adotada com mais um filhote.outros dois também já têm bons adotantes.Só faltará um . Acompanharemos o pós-adoção de todos para verificarmos se estará tudo bem com eles.

Todo esse trabalho tem custos e tiramos do próprio bolso por isso deve ser um trabalho compartilhado e contamos com a sensibilização de todos que vivenciam tais resgates.
Graça Leal