quinta-feira, 11 de abril de 2019

DESVALORIZAÇÃO DA MULHER


Assunto estarrecedor:  ataque a mulheres EM TODO O PAÍS. Em BH mulheres agredidas ou mortas- do outro lado "seguranças" de casas de shows, universitários, homens "ciumentos"
Será esse o "emponderamento feminino" disseminado pela esquerda??Mulheres se acham protegidas pelas "leis" e atacam "seguranças" e esses, revidam agredindo-as; estudante de Direito (??)agredindo mulher que "esbarrou "nele. (?)Médico literalmente "bombado" mata linda moça, em quarto de motel?? e todos os dias, dezenas de casos...

Estamos presenciando a "desvalorizacão da mulher" porque os homens, envenenados, por ideologias criminosas, desses últimos 40 anos, continuam mais truculentos, ignorantes, sem nenhuma formação familiar, moral e religiosa.


A única preocupação da maioria é investir na aparência física e na espiritual e moral, nada.


A evolução da Humanidade se deveu : ÀS LEIS E SEUS CUMPRIMENTOS: LEIS MORAIS DEIXADAS POR MOISÉS E ÉTICAS DEIXADAS POR JESUS CRISTO, CONFORME NOSSA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL, SEGUE


"ELAS SÃO FORÇAS PROPULSORAS,SEM ELAS A MORALIDADE CARECE DE ALMA E DE ESPÍRITO E SE REDUZ A UMA FORMA SEM VIDA" Só ela pode unir os homens e orientá-los pela senda do bem.


segunda-feira, 1 de abril de 2019

CARLOS ALBERTO BRILHANTE USTRA




DEPOIMENTO de quem recebeu uma MISSÃO e cumpriu. E que não tem sua história publicada em nenhum livro adotado pelo MEC. É uma história de quem VIVEU a triste e dura SITUAÇÃO da época. Em 1961, em pleno governo Jânio Quadros, Jover Telles, Francisco Julião e Clodomir dos Santos Morais estavam em Cuba acertando cursos de guerrilha e o envio de armas para o Brasil. Logo depois, alguns jovens eram indicados para cursos na China e em Cuba. Bem antes de 1964 a área do Araguaia já estava escolhida pelo PC do B para implantar a guerrilha rural.

Em 1961 estávamos em plena democracia. Então para que eles estavam se organizando? Julião já treinava as suas Ligas Camponesas nessa época, que eram muito semelhantes ao MST de hoje. Só que sem a organização, o preparo, os recursos, a formação de quadros e a violenta doutrinação marxista dos atuais integrantes do MST.

E foi com essa propaganda mentirosa que eles iludiram muitos jovens e os cooptaram para as suas organizações terroristas.

Então, começaram os atentados a bomba. assaltos e assassinatos.
Foram vários atos terroristas: o atentado ao aeroporto de Guararapes, em Recife, em 1966; a bomba no Quartel General do Exército em São Paulo, em 1968; o atentado contra o consulado americano; o assassinato do industrial Albert Boilesen e do capitão do Exército dos Estados Unidos Charles Rodney Chandler; o assassinato a tiros de metralhdora, pelas costas, do marinheiro inglês David Cuthberg, seqüestros de embaixadores estrangeiros no Brasil .
A violência revolucionária se instalou. Assassinatos, ataques a quartéis e a policiais aconteciam com freqüência.

Nessa época, eles introduziram no Brasil a maneira de roubar dinheiro com assaltos a bancos, a carros fortes e a estabelecimentos comerciais. Foram eles os mestres que ensinaram tais táticas aos bandidos de hoje.Tudo treinado nos cursos de guerrilha em Cuba e na China.

As polícias civil e militar sofriam pesadas baixas e não conseguiam , sozinhas, impor a lei e a ordem.

Para combater com eficiência o caos que estava se instalando, o governo decretou o AI-5, pelo qual várias liberdades individuais foram suspensas. Foi um ato arbitrário mas necessário. A tênue democracia que vivíamos não se podia deixar destruir.

Para combater o terrorismo, o governo criou uma estrutura com a participação dos Centros de Informações da Marinha (CENIMAR), do Exército (CIE) e da Aeronáutica (CISA). Todos atuavam em conjunto, tanto na guerrilha rural quanto na urbana. O Exército, em algumas capitais, criou o seu braço operacional, os Destacamentos de Operações de Informações ( DOI). Para trabalharem nos diversos DOI do Brasil, o Exército selecionou do seu efetivo alguns majores, capitães e sargentos. Eram, no máximo, 350 militares, entre os 150 mil homens da Exército.

Eu era major, estagiário da Escola de Estado Maior. Tinha na época 37 anos e servia no II Exército, em São Paulo. Num determinado dia do ano de 1970, fui chamado ao gabinete do comandante do II Exército, general José Canavarro Pereira, que me deu a seguinte ordem: "Major, o senhor foi designado para comandar o DOI/CODI/II Ex. Vá, assuma e comande com dignidade".

A partir desse dia minha vida mudou. O DOI de São Paulo era o maior do país e era nesse Estado que as organizações terroristas estavam mais atuantes. O seu efetivo em pessoal era de 400 homens. Destes, 40 eram do Exército, sendo 10 oficiais, 25 sargentos e 5 cabos. No restante, eram excelentes policiais civis e militares do Estado de São Paulo. Esses foram dias terríveis! Nós recebíamos ameaças freqüentemente.

Minha mulher foi de uma coragem e de uma abnegação total. Quando minha filha mais velha completou 3 anos de idade, ela foi para o jardim da infância, sempre acompanhada de seguranças. Minha mulher não tinha coragem de permanecer em casa, enquanto nossa filha estudava. Ela ficava dentro de um carro, na porta da escola, com um revólver na bolsa.

Não somente nós passamos por isso! Essa foi a vida dos militares que foram designados para combater o terrorismo e para que o restante do nosso Exército trabalhasse tranqüilo e em paz.

Apreendemos em "aparelhos" os estatutos de, praticamente, todas as organizações terroristas e em todos eles estava escrito, de maneira bem clara, que o objetivo da luta armada urbana e rural era a implantação de um regime comunista em nosso país.

Aos poucos o nosso trabalho foi se tornando eficaz e as organizações terroristas foram praticamente extintas, por volta de 1975.

Todos os terroristas quando eram interrogados na Justiça alegavam que nada tinham feito e só haviam confessado os seus crimes por terem sido torturados. Tal alegação lhes valia a absolvição no Superior Tribunal Militar. Então, nós passamos a ser os " torturadores".

Hoje, como participar de sequestros, de assaltos e de atos de terrorismo passou a contar pontos positivos para os seus currículos eles, posando de heróis, defensores da democracia, admitem ter participado das ações. Quase todos continuam dizendo que foram torturados e perseguidos politicamente. Com isso recebem indenizações milionárias e ocupam elevados cargos públicos. Nós continuamos a ser seus " torturadores" e somos os verdadeiros perseguidos políticos. As vítimas do terrorismo até hoje não foram indenizadas.

O Brasil com toda a sua população e com todo seu tamanho teve, até agora, 120 mortos identificados, que foram assassinados por terroristas, 43 eram civis que estavam em seus locais de trabalho ( estima-se que existam mais cerca de 80 que não foram identificados ); 34 policiais militares; 12 guardas de segurança; 8 militares do Exército; 3 agentes da Polícia Federal; 3 mateiros do Araguaia; 2 militares da Marinha; 2 militares da Aeronáutica; 1 major do Exército da Alemanha; 1 capitão do Exército dos Estados Unidos; 1 marinheiro da Marinha Real da Inglaterra.

A mídia fala sempre em "anos de chumbo", luta sangrenta, noticiando inclusive que , só no cemitério de Perus, em São Paulo, existiriam milhares de ossadas de desaparecidos políticos. No entanto o Grupo Tortura Nunca Mais reclama um total de 284 mortos e desaparecidos que integravam as organizações terroristas. Portanto, o Brasil, com sua população e com todo o seu tamanho, teve na luta armada, que durou aproximadamente 10 anos, ao todo 404 mortos.

Na Argentina as mortes ultrapassaram 30.000 pessoas; no Chile foram mais de 4.000 e no Uruguai outras 3.000. A Colômbia, que resolveu não endurecer o seu regime democrático, luta até hoje contra o terrorismo. Ela já perdeu mais de 45.000 pessoas e tem 1/3 do seu território dominado pelas FARC.

Os comunistas brasileiros são tão capazes quanto os seus irmãos latinos. Por que essa disparidade?
 Porque no Brasil dotamos o país de leis que permitiram atuar contra o terrorismo e também porque centralizamos nas Forças Armadas o combate à luta armada. Fomos eficientes e isso tem que ser reconhecido. Com a nossa ação impedimos que milhares de pessoas morressem e que esta luta se prorrogasse como no Peru e na Colômbia.

No entanto, algumas pessoas que jamais viram um terrorista, mesmo de longe, ou preso, que jamais arriscaram as suas vidas, nem as de suas famílias, criticam nosso trabalho. O mesmo grupo que só conheceu a luta armada por documentos lidos em salas atapetadas e climatizadas afirma que a maneira como trabalhamos foi um erro, pois a vitória poderia ser alcançada de outras formas.

Já se declarou, inclusive, que: " a ação militar naquele período não foi institucional. Alguns militares participaram, não as Forças Armadas. Foi uma ação paralela".

Alguns também nos condenam afirmando que, como os chefes daquela época não estavam acostumados com esse tipo de guerra irregular, não possuíam nenhuma experiência. Assim, nossos chefes, no lugar de nos darem ordens, estavam aprendendo conosco, que estávamos envolvidos no combate. Segundo eles, nós nos aproveitávamos dessa situação para conduzir as ações do nosso modo e que, no afã da vitória, exorbitávamos .

Mas as coisas não se passavam assim . Nós que fomos mandados para a frente de combate nos DOI, assim como os generais que nos chefiavam, também não tínhamos experiência nenhuma. Tudo o que os DOI faziam ou deixavam de fazer era do conhecimento dos seus chefes. Os erros existiram, devido à nossa inexperiência, mas os nossos chefes eram tão responsáveis como nós.

Acontece que o nosso Exército há muito tempo não era empregado em ação. Estava desacostumado com a conduta do combate, onde as pessoas em operações têm que tomar decisões, e decisões rápidas, porque a vida de seus subordinados ou a vida de algum cidadão pode estar em perigo.

Sempre procurei comandar liderando os meus subordinados. Comandei com firmeza e com humanidade, não deixando que excessos fossem cometidos. Procurei respeitar os direitos humanos, mas sempre respeitando, em primeiro lugar, os direitos humanos das vítimas e, depois, os dos bandidos. Como escrevi em meu livro "Rompendo o Silêncio ", terrorismo não se combate com flores. A nossa maneira de agir mostrou que estávamos certos, porque evitou o sacrifício de milhares de vítimas, como aconteceu com os nossos vizinhos. Só quem estava lá, frente a frente com o terroristas, dia e noite, de arma na mão, pode nos julgar.

Finalmente, quero lhes afirmar que a nossa luta foi para preservar a democracia. Se o regime implantado pela Contra -Revolução durou mais tempo do que se esperava, deve-se, principalmente, aos atos insanos dos terroristas. Creio que, em parte, esse longo período de exceção deveu-se ao fato de que era preciso manter a ordem no país.
Se não tivéssemos vencido a luta armada, hoje estaríamos vivendo sob o tacão de um ditador vitalício como Fidel Castro e milhares de brasileiros teriam sido fuzilados no "paredón" ( em Miami em fevereiro, foi inaugurado por exilados cubanos, um Memorial para 30.000 vítimas da ditadura de Fidel Castro).

Hoje temos no poder muitas pessoas que combatemos e que lá chegaram pelo voto popular e esperamos que eles esqueçam os seus propósitos de 40 anos passados e preservem a democracia pela qual tanto lutamos.
CARLOS ALBERTO BRILHANTE USTRA

31 de Março de 1964.



Tomou banho quente? Itaipu. Pegou a Dutra duplicada? Governo Militar. Ponte Rio Niterói? Governo Militar. Não há enchentes em Resende? Represa do Funil. Embraer? Governo Militar. EMBRAPA? Governo Militar. PIS? PASEP? FUNDO DE GARANTIA? Governo Militar. Crescimento de mais de 10% ao ano? Governo Militar. Pleno emprego? Governo Militar. Economia de 46 lugar para 8o? Governo Militar. Elio Gaspari escreveu 3 livros sobre o Regime Militar
Num deles diz:
 

"O governo militar estava no seu oitavo ano, no terceiro general. Médici cavalgava popularidade, progresso e desempenho.
Uma pesquisa do IBOPE realizada em julho de 1971 atribuira-lhe 82% de aprovação.
 

Em 1972 a economia cresceria 11,9%, a maior taxa de todos os tempos. Era o quinto ano consecutivo de crescimento superior a 9%. 
A renda per capita dos brasileiros aumentara 50%.
 

Pela primeira vez na história as exportações de produtos industrializados ultrapassara 1 bilhão de dólares. Duplicara a produção de aço e o consumo de energia, triplicara a de veículos, quadruplicara a de navios. A Bolsa de Valores do Rio de Janeiro tivera em agosto uma rentabilidade de 9,4%. Vivia-se um regime de pleno emprego.
 

No eixo Rio-São Paulo executivos ganhavam mais que seus similares americanos ou europeus. Kombis das empresas de construção civil recrutavam mão de obra no ABC paulista com altos falantes oferecendo bons salários e conforto nos alojamentos. Um metalúrgico parcimonioso ganhava o bastante para comprar um fusca novo. Em apenas dois anos os brasileiros com automóvel passaram de 9% para 12% da população e as casas com televisão de 24% para 34%. O Secretário do Tesouro americano, John Connally, dissera que "os EUA bem poderiam olhar para o exemplo brasileiro, de modo a pôr em ordem a sua economia".
Criação de 13 milhões de empregos;
- A Petrobrás aumentou a produção de 75 mil para 750 mil
barris/dia de petróleo;
- Estruturação das grandes construtoras nacionais;
- Crescimento do PIB de 14%;
- Construção de 4 portos e recuperação de outros 20;
- Criação da Eletrobrás;
- Implantação do Programa Nuclear;
- Criação da Nuclebrás e subsidiárias;
- Criação da Embratel e Telebrás (antes, não havia 'orelhões' nas ruas nem se falava por telefone entre os Estados);
- Construção das Usinas Angra I e Angra II;
- Desenvolvimento das Industrias Aeronáutica e Naval (em 1971 o Brasil foi o 2º maior construtor de navios do mundo);
- Implantação do Pró-álcool em 1976 (em 1982, 95% dos carros no país rodavam a álcool);
- Construção das maiores hidrelétricas do MUNDO: Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipú;
- Brutal incremento das exportações, que cresceram de 1,5 bilhões de dólares para 37 bilhões; o país ficou menos dependente do café, cujo valor das exportações passou de mais de 60% para menos de 20% do total;
- Rede de rodovias asfaltadas, que passou de 3 mil para 45 mil km;
- Redução da inflação galopante com a criação da Correção Monetária, sem controle de preços e sem massacre do funcionalismo público;
- Fomento e financimento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;
- Aumento dos cursos de mestrado e doutorado;
- INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM;
- Criação do FUNRURAL - a previdência para os cidadãos do campo;
- Programa de merenda escolar e alimentação do trabalhador;
- Criação do FGTS, PIS, PASEP; (**)
- Criação da EMBRAPA (70 milhões de toneladas de grãos); (**)
- Duplicação da rodovia Rio-Juiz de Fora;
- Criação da EBTU;
- Implementação do Metrô em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza;
- Criação da INFRAERO, proporcionando a criação e modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);
- Implementação dos Pólos Petroquímicos em São Paulo (Cubatão) e na Bahia (Camaçari);
- Investimentos na prospecção de petróleo no fundo do mar que redundaram na descoberta da bacia de Campos em 1976;
- Construção do Porto de Itaquí e do terminal de minério da Ponta da Madeira, na Ilha de S. Luís, no Maranhão;
- Construção dos maiores estádios, ginásios, conjuntos aquáticos e complexos desportivos em diversas cidades e universidades do país;
- Promulgação do 'Estatuto da Terra', com o início da Reforma Agrária pacífica;
- Polícia Federal;
- Código Tributário Nacional;
- Código de Mineração;
- Implantação e desenvolvimento da Zona Franca de Manaus;
- IBDF - Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal;
- Conselho Nacional de Poluição Ambiental;
- Reforma do TCU;
- Estatuto do Magistério Superior;
- INDA - Instituto de Desenvolvimento Agrário;
- Criação do Banco Central (DEZ 64);
- SFH - Sistema Financeiro de Habitação;
- BNH - Banco Nacional de Habitação; (***)
- Construção de 4 milhões de moradias;
- Regulamentação do 13º salário;
- Banco da Amazônia;
- SUDAM;
- Reforma Administrativa, Agrária, Bancária, Eleitoral, Habitacional, Política e Universitária;
- Ferrovia da soja;
- Rede Ferroviária ampliada de 3 mil e remodelada para 11 mil Km;
- Frota mercante de 1 para 4 milhões de TDW;
- Corredores de exportações de Vitória, Santos, Paranaguá e Rio Grande;
- Matrículas do ensino superior de 100 mil em 1964 para 1,3 milhões em 1981;
- Mais de 10 milhões de estudantes nas escolas (que eram realmente escolas);
- Estabelecimentos de assistência médico sanitária de 6 para 28 mil;
- Crédito Educativo;
- Projeto RONDON;
- MOBRAL;
- Abertura da Transamazônica com instalação de agrovilas;
- Asfaltamento da rodovia Belém-Brasília;
- Construção da usina hidrelétrica de Boa Esperança, no Rio Parnaíba;
- Construção da Ferrovia do Aço (de Belo Horizonte a Volta Redonda);
- Construção da Ponte Rio-Niterói;
- Construção da rodovia Rio-Santos (BR 101);

STF - OS EUNUCOS MORAIS




CARLOS JOSÉ RIBEIRO DO VAL
Somente daqui a alguns anos a nação brasileira vai entender o tamanho do dano que o Supremo Tribunal Federal está fazendo com esse país. E estão fazendo isso por diversas razões. Uma delas é porque são um bando de egocêntricos apátridas embriagados pelo poder, psicologicamente imaturos, e que não tem grandeza moral para desempenharem o papel de juízes.

Eles são aproveitadores das benesses e das carcaças de um país apodrecido pela corrupção, cujos políticos ladrões são amparados pelo foro privilegiado, pela lentidão planejada da justiça, e pela fraqueza moral que impera principalmente naquela corte. São coadjuvantes da destruição de uma democracia que começava a despontar, hipócritas de um teatro macabro, vassalos da criminalidade. Esse fantasma vai seguramente assombrar os seus descendentes, mas nem isso os afeta.
Ao invés de guardiães da Constituição como se arvoram, são os prostitutos constitucionais, estafetas da imoralidade e da desesperança, gigolôs do poder absoluto da contravenção, e dos seus defensores feitos milionários pelo dinheiro do crime vindo dos cofres públicos.

Eles não sabem o que é construir uma nação. Eles se dobram a um líder corrupto, bêbado, vendedor de ilusões, e entregador de desgraças, que quebrou o país e as suas instituições. Esses supostos juízes são mais baixos que os desinformados que votam no ilusionista pigmeu, amoral e analfabeto. Eles são cumplices do populismo devorador do progresso e do desenvolvimento. São verdadeiros assassinos da evolução civilizatória de um povo.

Esses lenientes doentios, pretensos artistas eruditos de televisão, consumidos por uma vaidade injustificada com tintas de psicopatia, são os torpedeadores da esperança nacional. Os trejeitos efeminados de um deles, na tentativa de projetar uma grandeza inexistente revela a fraqueza moral e a vaidade desmedida. Os argumentos exagerados e mutantes do outro revela que Saulo Ramos tinha razão; é um juiz de merda. As mudanças de opinião de outro revela o caráter mercantilista de sua personalidade e o DNA coronelista que não consegue disfarçar. A necessidade de outro de agradecer o emprego arrumado pela mãe, através da amizade com a mulher do presidente ultrapassa todos os limites, chega a ser patética, se não fosse trágica, o seu clamor por generosidade para com o corrupto condenado. Outro, advogado partidário, não precisaria estar lá, bastaria enviar o voto pelo correio, pois todos os brasileiros já sabem como vai votar. É um voto partidário, a favor da criminalidade. Essa corte é o próprio retrato de Sodoma e Gomorra, chegamos ao fim dos tempos.
Depois de Lula, eles vão libertar Cabral, Cunha, Gedell, Palocci, Beira-Mar, só para mencionar uns poucos.
 

Esses exploradores do lenocínio político que se tornou a nossa nação transformaram a Suprema Corte em guardiã do assalto aos cofres públicos, protetora das máfias partidárias, masturbadores persistentes das mazelas nacionais.

A corja do STF é pior que Lula, Michel Temer, Palocci, Gedell, Lucio Vieira Lima, Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Eliseu Padilha, Romero Jucá, Jader Barbalho, juntos. Esse pessoal só queria roubar a nação, eles tinham um propósito. Mas eles não tinham o poder de condenar a nação ao eterno inferno do subdesenvolvimento e da violência. Os políticos podem ser expulsos pelo voto, o que não é possível com os Kalifas do STF que deveriam ser juízes em benefício do povo e não no próprio. Eles só podem ser retirados pelo Congresso, onde estão os corruptos que os colocaram lá.

Eles tem o poder de condenar o país ao inferno do subdesenvolvimento, e decidiram fazer exatamente isso. O pequeno e frágil conjunto de regras da democracia é constantemente estuprado pelos parasitas supremos, para proteger criminosos famosos. Então eles são mais criminosos do que os criminosos que protegem. Quem defende bandido, bandido é.

Veja-se a decisão da cassação da chapa Dilma-Temer, onde o Presidente na época prestou um serviço sujo ao seu mestre, deturpando a legislação e a constituição, para mostrar gratidão a quem lhe deu o emprego. Veja-se o outro soltando o amigo e parceiro de negócios do Rio, por diversas vezes seguidas. Aos amigos tudo, aos inimigos a Lei. E o outro que pediu vistas do caso do foro privilegiado, depois de já ter a maioria formada. É ou não é um agente do obscurantismo defendendo o interesse dos seus mestres.

Os longos e hipócritas argumentos de proteção da constituição proferidos quando a televisão está filmando se esvaem quando, em lugar da proteção da constituição, entregam a cocaína da leniência populista e hipócrita para deleite dos saqueadores da nação. São todos muito iguais, nomeados pelos criminosos que deveriam julgar, parceiros nos crimes contra a nação. Eles são, da mesma forma que os corruptos, traidores da nação e dos brasileiros em geral.
Diga-se por justiça, que não são todos iguais. A Corte faz uma maioria macabra, mas existem almas solitárias que se rebelam contra isso, em homenagem à própria consciência, mas são minoria.

Essa corte poderia se chamar Supremo Tribunal da Fornicação, ou Tribunal da Eterna Prescrição. Ao longo da sua história, julgou menos de 5% dos processos que lá chegam. Vejam o caso de Renan Calheiros, com 11 processos e nenhum anda. Romero Jucá, Eliseu Padilha, Michel Temer, Lucio Vieira Lima, só para mencionar alguns nomes. Meu Deus, o Brasil não merece isso. Todos esse pessoal está protegido pelo STF. E agora o princípio Lula vai valer para todos. Os criminosos da Lava Jato vão estar todos soltos, desfrutando do saque dos últimos anos, e dividindo com os coadjuvantes dessa obra grotesca.

Esses juízes Não se importam se os seus nomes fizerem parte do esgoto da história. Eles querem o aqui e agora...que se dane o futuro. São hedonistas, amorais radicais, midiáticos embriagados, não se importam em ser vilões, desde que forem remunerados adequadamente e estiverem na TV. O maior mercador da Corte se comporta como Primeiro Ministro e degusta da mesma forma o poder sobre o presidente e parlamentares enrolados, como do comando dos jagunços de Mato Grosso. Ele aprecia muito os dois papéis. Esse é o maior psicopata, que tem os políticos todos na mão, e sem nenhum pudor desfruta disso avassaladoramente.

O que fazer? Precisamos no mínimo execrar esses personagens macabros da desgraça nacional. Ir para rua. Introduzir mais leis de iniciativa popular. Mudar a forma de indicar os juízes da Suprema Corte. Bandidos no Executivo, bandidos no Legislativo, e bandidos no judiciário, todos se protegem, não farão leis que beneficiem o país, a não ser com pressão popular. Votem em pessoas que nunca estiveram lá. Vamos trocar todos. Só o povo na rua para acabar com esse incesto criminoso entre membros de todos os poderes. Vamos começar indo para rua no dia 3 de abril, para tentar reverter o salvo conduto do molusco pinguço e doente.

O QUE FOI 31 DE MARÇO DE 1964



Por Alexandre Garcia
 
Gostaria de dizer algumas coisas sobre o que aconteceu no dia 31/03/1964 e nos anos que se seguiram. Porque concluo, diante do que ouço de pessoas em quem confio intelectualmente, que há algo muito errado na forma como a história é contada. Nada tão absurdo, considerando as balelas que ouvimos... sobre o "descobrimento" do Brasil ou a forma como as pessoas fazem vistas grossas para as mortes e as torturas perpetradas pela Igreja Católica durante séculos. Mas, ainda assim, simplesmente não entendo como é possível que esse assunto seja tão parcial e levianamente abordado pelos que viveram aqueles tempos e, o que é pior, pelos que não viveram. Nenhuma pessoa dotada de mediano senso crítico vai negar que houve excessos por parte do Governo Militar. Nesta seara, os fatos falam por si e por mais que se tente vislumbrar certos aspectos sob um prisma eufemístico, tortura e morte são realidades que emergem de maneira inegável.
 
 Ocorre que é preciso contextualizar as coisas. Porque analisar fatos extirpados do substrato histórico-cultural em meio ao qual eles foram forjados é um equívoco dialético (para os ignorantes) e uma desonestidade intelectual (para os que conhecem os ditames do raciocínio lógico). E o que se faz com relação aos Governos Militares do Brasil é justamente ignorar o contexto histórico e analisar seus atos conforme o contexto que melhor serve ao propósito de denegri-los.
 
Poucos lembram da Guerra Fria, por exemplo. De como o mundo era polarizado e de quão real era a possibilidade de uma investida comunista em território nacional. Basta lembrar de Jango e Jânio; da visita à China; da condecoração de Guevara, este, um assassino cuja empatia pessoal abafa sua natureza implacável diante dos inimigos.
Nada contra o Comunismo, diga-se de passagem, como filosofia. Mas creio que seja desnecessário tecer maiores comentários sobre o grau de autoritarismo e repressão vivido por aqueles que vivem sob este sistema. Porque algumas pessoas adoram Cuba, idolatram Guevara e celebram Chavez, até. Mas esquecem do rastro de sangue deixado por todos eles; esquecem as mazelas que afligem a todos os que ousam insurgir-se contra esse sistema tão "justo e igualitário". Tão belo e perfeito que milhares de retirantes aventuram-se todos os anos em balsas em meio a tempestades e tubarões na tentativa de conseguirem uma vida melhor.
 
A grande verdade é que o golpe ou revolução de 1964, chame como queira, talvez tenha livrado seus pais, avós, tios e até você mesmo e sua família de viver essa realidade. E digo talvez, porque jamais saberemos se isso, de fato, iria acontecer. Porém, na dúvida, respeito a todos os que não esperaram sentados para ver o Brasil virar uma Cuba.
 
Respeito, da mesma forma, quem pegou em armas para lutar contra o Governo Militar. Tendo a ver nobreza nos que renunciam ao conforto pessoal em nome de um ideal. Respeito, honestamente.Mas não respeito a forma como esses "guerreiros" tratam o conflito. E respeito menos ainda quem os trata como heróis e os militares como vilões. É uma simplificação que as pessoas costumam fazer. Fruto da forma dual como somos educados a raciocinar desde pequenos. Ainda assim, equivocada e preconceituosa.
 
Numa guerra não há heróis. Menos ainda quando ela é travada entre irmãos. E uma coisa que se aprende na caserna é respeitar o inimigo. Respeitar o inimigo não é deixar, por vezes, de puxar o gatilho. Respeitar o inimigo é separar o guerreiro do homem. É tratar com nobreza e fidalguia os que tentam te matar, tão logo a luta esteja acabada. É saber que as ações tomadas em um contexto de guerra não obedecem à ética do dia-a-dia. Elas obedecem a uma lógica excepcional; do estado de necessidade, da missão acima do indivíduo, do evitar o mal maior.
 
Os grandes chefes militares não permanecem inimigos a vida inteira. Mesmo os que se enfrentam em sangrentas batalhas. E normalmente se encontram após o conflito, trocando suas espadas como sinal de respeito. São vários os exemplos nesse sentido ao longo da história. Aconteceu na Guerra de Secessão, na Segunda Guerra Mundial, no Vietnã, para pegar exemplos mais conhecidos. A verdade é que existe entre os grandes Generais uma relação de admiração.
 
A esquerda brasileira, por outro lado, adora tratar os seus guerrilheiros como heróis. Guerreiros que pegaram em armas contra a opressão; que sequestraram, explodiram e mataram em nome do seu ideal. E aí eu pergunto: os crimes deles são menos importantes que os praticados pelos militares? O sangue dos soldados que tombaram é menos vermelho do que o dos guerrilheiros? Ações equivocadas de um lado desnaturam o caráter nebuloso das ações praticadas pelo outro? Penso que não. E vou além.A lei de Anistia é um perfeito exemplo da nobreza que me referi anteriormente. Porque o lado vencedor (sim, quem fica 20 anos no poder e sai porque quer, definitivamente é o lado vencedor) concedeu perdão amplo e irrestrito a todos os que participaram da luta armada. De lado a lado. Sem restrições. Como deve ser entre cavalheiros. E por pressão de Figueiredo, ressalto, desde já. Porque havia correntes pressionando por uma anistia mitigada.
 
Esse respeito, entretanto. Só existiu de um lado. Porque a esquerda, amargurada pela derrota e pela pequenez moral de seus líderes nada mais fez nos anos que se seguiram, do que pisar na memória de suas Forças Armadas. E assim seguem fazendo. Jogando na lama a honra dos que tombaram por este país nos campos de batalha. E contaminando a maneira de pensar daqueles que cresceram ouvindo as tolices ditas pelos nossos comunistas. Comunistas que amam Cuba e Fidel, mas que moram nas suas coberturas e dirigem seus carrões. Bem diferente dos nossos militares, diga-se de passagem.
 
Graças a eles, nossa juventude sente repulsa pela autoridade. Acha bonito jogar pedras na Polícia e acha que qualquer ato de disciplina encerra um viés repressivo e antilibertário. É uma total inversão de valores. O que explica, de qualquer forma, a maneira como tratamos os professores e os idosos no Brasil.Então, neste dia 31 de março, celebrarei aqueles que se levantaram contra o mal iminente. Celebrarei os que serviram à Pátria com honra e abnegação. Celebrarei os que honraram suas estrelas e divisas e não deixaram nosso país cair nas mãos da escória moral que, anos depois, o povo brasileiro resolveu por bem colocar no Poder.
 
Bem feito. Cada povo tem os políticos que merece.
Se você não gosta das Forças Armadas porque elas torturaram e mataram, então, seja, pelo menos, coerente. E passe a nutrir o mesmo dissabor pela corja que explodiu, sequestrou e justiçou, do outro lado.
Mas tenha certeza que, se um dia for necessário sacrificar a vida para defender nosso território e nossas instituições, você só verá um desses lados ter honradez para fazê-lo.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

MARMELADA NO LAMAÇAL


Ewerton Pereira-Não será fácil um capitão contra um Coronel. Bolsonaro contra Renan Calheiros. Como se dizia: OH Paisinho! 
 Na eleição no senado baixaria total. E a tentativa de criar dois Renans Calheiros. A duplicação genética do coronel nordestino. Ainda bem que apesar da Kátia Abreu, Renan Calheiros, Toffoli e aqueles outros da velha política de roubar e não fazer fizeram de tudo para melar o outro candidato.
 Teve célula duplicada, roubo do livro e sei lá mais o que. Fazer o que. Os tempos mudaram e o Coronel perdeu feio. Nossa esquerda está falida e desmoralizada. E o Caetano Veloso cantando uma marchinha dizendo que acabou o carnaval. Não seu militante Rouanet! Acabou a grana fácil do carnaval. Agora cada um por si como festa do interior.
 E pouco a pouco vamos vendo os privilégios sendo cortados como: aposentadorias de torturados da ditadura. Ta ali uma lista enorme de pessoas que nada fizeram, que nunca foram torturados, presos ou exilados. Não fizeram porra nenhuma e que recebem uma grana preta porque alegaram participar de ações. Pura mentira. Se colocam como resistentes, mas querem receber sem direito. Damares neles. 
Pela primeira vez depois de muitos anos estamos respirando um ar de honestidade na planície. Falta muito. Falta realmente o ministro Sérgio Moro tomar o controle do COAF e ver realmente quem movimentou muuuuito dinheiro. Por exemplo, a filharada do Lula que não vão nem em enterro de parente. Para mim passam o dia lavando dinheiro de um lugar para outro. Uma casinha no Uruguai, uma mala de Geddel, outra mala de relógios e dólares e por aí vai.
 Tudo aquilo que roubaram dos cofres públicos vai indo pelo ralo do lamaçal da corrupção nacional. Ewerton Pereira Fevereiro 2019.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

DESPETETIZANDO O BRASIL



AUTOR???
"Na guerra entre Golias e Davi
Vence o melhor.
Já dizia Alexandre o Grande:
“eu não tenho medo de um exército de leões
Liderados por uma ovelha,
Eu tenho medo é de um exército de ovelhas
Lideradas por um leão”.


A pedra lançada
Pelas “inofensivas” mídias sociais
Nocauteou a grande mídia.


O gigante que durante décadas
Afrontou a inteligência
Dos meus compatriotas
Agora precisa se sujeitar
A opinião de um povo que fala.


A rede globo “lixo”
Que tanto investiu pra destruir a família brasileira,
Contemplou com as suas lentes
Um Brasil Conservador,
Com fundas e pedras na mão,
Pra defender a pátria amada.


Calada muitas vezes,
Diante de uma nação enfurecida,
a GRANDE MERETRIZ,
Protagonista de grandes desgraças
Que quase destruíram nossa nação,
Se calou e fugiu.


Aliada da maior
Organização Criminosa do Mundo, o PT,
Ela mentiu, enganou, induziu, seduziu
Trapaceou, articulou, noticiou
Histórias contadas,
Mentiras inventadas,
Tentando enganar boi no pasto.


Mas o gigante acordou
E conduzido pelo Capitão
Fomos às ruas
Pra construir um novo Brasil.


O meu voto em Jair Messias Bolsonaro,
Nada mais é do que a expressão máxima
Do meu direito de agir em legitima defesa.


Petistas são tóxicos,
Não obedecem princípios e não aceitam o contraditório.
Por muitos anos envenenaram os princípios
e a moral brasileira.


Trouxeram discórdia e dividiram o Brasil em duas Bandas:
Os de cá e os de lá;
De um lado ficou os pretos e de outro os brancos;

Héteros e homos se degladiam
Sem saber saberes humanos.


Levantaram os filhos contra os seus pais;
E alunos contra professores.
O rico ficou inimigo do pobre;
E o patrão do empregado.
E até as religiões que deveriam promover a paz,
Fizeram guerra.
Dividir para conquistar.
O Plano diabólico do PT.


O doce amargo veneno do politicamente correto,
Fez dos nossos intelectuais,
Meros expectadores de um circo de horrores.
E os formadores de opinião agora reféns
de curtidas e likes,
Abandonaram a honra
E para eles a verdade não mais importa.


Agora sim,
Temos a chance de ver o Brasil
Feliz outra vez.


AGORA É BRASIL ACIMA DE TUDO
E DEUS ACIMA DE TODOS!


Menino veste azul e menina veste rosa,
E cada adulto aquilo que quiser.


Os DIREITOS são HUMANOS
E aquele que for gente
É deles que se valerá.


Pau que dava só em chico,
Agora também dará em Francisco.
O veneno e o feitiço agora
Estão na casa do feiticeiro.


E como já não há mais sombras onde se esconder
A turma do Jair
Começou a DESPETETIZAR o Brasil.


Quisera fosse apenas lavar
As fraldas sujas do PT,
Há também os ratos, ratazanas e gafanhotos
Escondidos ainda em porões
E submundos de ONGs, acordos e tratados
Que ainda haveremos de encontrar.


É muita praga pra pouco Brasil
Foi ingenuidade,
Ou por pura vaidade!...
Aquele que sempre quis ser unanimidade,
Agora é obrigado a ouvir
De Milhões de vozes
Num só coro por aí...
FORA DILMA,
FORA LULA,
FORA PT!...
O BRASIL É NOSSO OUTRA VEZ."
AUTOR??????????

DESEDUCADO -



Ewerton Pereira - Vai ser difícil consertar o Brasil. Com a esquerda que está aí nós estamos fudidos e mal pagos. É um ataque atrás do outro.
Ontem estava vendo a entrevista da nova ministra Damares Alves na Globo News. Parecia um tribunal de inquisição. Ou de idiotas.
São incapazes de entender o sentido das palavras da ministra que somente quer acabar com a influência nefasta nas escolas, na sexualidade precoce de nossas crianças. 
E daí. Menino é menino e menina é menina. Depois se quiser ser gay ou sapatona é problema dele, mas a escola não tem que influenciar nisto. Tá todo mundo ofendido com camisas azuis e rosas. Como se fazia antigamente no enxoval das crianças. Que mal há nisto? 
Como consertar esta herança maldita que a esquerda deixou no Brasil. Não se vê em nenhum momento a aceitação de alguma atitude sensata que o novo governo propõe. A esquerda tem um cinismo e uma capacidade de mentir que não tem tamanho.
 Em qualquer lugar do mundo as pessoas mesmo que com ideologias diferentes, sentam e buscam soluções para o bem comum. 
 O que se vê no Brasil? Um grupo de governadores que se ausentam da posse do presidente e agora querem que as tropas federais venham ao Estado deles para resolver o problema da segurança. Esses caras já estão no poder em dois ou três mandatos usando a política assistencialista para se manter na crista da onda. São eles mesmos responsáveis pela ignorância e violência que ora explode na sua rua.
Na verdade os governadores do nordeste querem manter esta ilha de ignorância, cassetete para bater nos presos, balas para matar os bandidos que vão contra seus interesses e que o novo governo se mantenha ausente do curral eleitoral que eles criaram. 
No final vamos ver todo o país se desenvolver e o nordeste continuar na mesma. Difícil tarefa ajudar a quem não quer.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

ESBOÇO DE SANIDADE



 
Paulo Maccedo -28/11/2018 -Sabe aquela prima universitária que posta no Twitter que não quer participar do churrasco em família para não olhar para cara do tio "fascista"? Então, ela está tendo uma visão distorcida da vida.
  Para ela, o tio é fascista porque tomou uma decisão política diferente de seu ideal. Ela começa a olhar para ele como um inimigo, mesmo que esse tio tenha sido relevante — não digo maravilhoso, mas relevante — durante toda a vida.

Por conta de sua ideologia, ela acaba apagando da memória as vezes que o tio lhe trouxe presentes; que a levou para passear no parque junto com sua prima, filha dele; quando teve conversas inteligentes e preocupadas, afinal, é filha de sua irmã. Ela nem vai considerar que ele a presenteou com um buquê de flores no seu aniversário de 15 anos.

É esse o tipo de fanatismo que a paixão política traz. É parecido com a atitude da pessoa que se converte a uma religião e começa a ver toda a família como ímpia, que evita participar das reuniões familiares porque seus entes agora são pagãos diante dela, uma santidade.

É distorção. A psicologia explica que há um tipo de distorção chamada “maneira de pensar tudo-ou-nada”. É uma concepção, argumentação e julgamentos em termos absolutos, como “sempre”, “todos”, “nunca”, e “não há alternativa”.

E isso acontece, por vezes, ligado ao "raciocínio emocional", que é o vivenciamento da realidade como um reflexo de emoções, por exemplo, “Eu sinto, portanto, deve ser verdade”.

Para a prima revolucionária (aqui uso prima apenas como exemplo aleatório — poderia ser primo ou tio, ou pai), há um mal em não compactuar da mesma ideologia e ter uma visão de mundo diferente, mesmo que seu discurso seja baseado em tolerância e respeitar o diferente.

E se a família conversa sobre coisas banais mas interessantes, como a mudinha de planta colhida no sítio, o chá que cura dor de cabeça, a reforma do piso da cozinha, soa como alienação. Como assim eles não falam das manifestações do movimento dos sem-terra? Como podem ser tão alienados?

Ela fica lá no canto, com um sorriso amarelo, só pensando nos seus ideais políticos e sociais. Não consegue desligar e participar da conversa sobre cotidianos. É tudo muito chato, comum demais para quem luta por pautas tão dignas.

Ela não come churrasco porque pensa no boi que sofreu para dar carne aos metidos de classe média; não toma refrigerante porque causa câncer e engorda — e a última coisa que ela quer é parecer com a tia pançuda com dois filhos criados que só fala em tupperware.
Churchill tem uma frase que se encaixa perfeitamente no contexto: “Fanático é o sujeito que não muda de ideia e não pode mudar de assunto”. Não há nada mais triste do que não conseguir mudar de assunto. É escravidão tentar encaixar tudo num prisma ideológico, que por consequência, é limitado, para conduzir as conversas.
A prima revolucionária tem todo direito de lutar por seus ideais, mas é preciso alertar que ela pode estar pensando e agindo de forma não saudável. Seu fanatismo pode levá-la ao pensamento autoritário e, dependendo do caso, totalitário. Ela vai cada vez menos respeitar o diferente, por mais que se negue.
Há de se convir também que não conseguir falar sobre coisas pequenas é não desfrutar de um elevado privilégio. O que de mais especial nós temos é a simples grandiosidade da vida comum.
Falemos cada vez mais sobre mudinhas de planta colhidas no sítio. Ou, "Cacete, prima, larga de ser chata!".
___________________________
Autor: Paulo Maccedo.


UM BRASIL DO LADO DE LÁ DO ESPELHO



ESSE TEXTO DEVERIA SER ENTREGUE A TODOS OS ESTUDANTES DO BRASIL, PRINCIPALMENTE AOS UNIVERSITÁRIOS( DEPOIS DE EXAME TOXICOLÓGICO)PRA VER SE CAI A FICHA!! CONGRATULATIONS!!

Marcelo Rates Quaranta_-Vivemos no país do espelho, onde as imagens são invertidas pela grande mídia comprometida. Uma parcela do povo idolatra e pede a liberdade de um corrupto que não só roubou dinheiro, mas também os sonhos das pessoas, e ainda chamam de "criminoso" o Juiz que o condenou pelos crimes.
 
Mulheres escrevem cartas de amor para um ex-goleiro matador de mulher; gays idolatram Che Guevara que matava gays e ativistas negros endeusam um líder de quilombo que mantinha escravos negros, mas esquecem de todos os brancos abolicionistas que lutaram pela liberdade dos escravos, sobretudo daquela que a assinou.

Que maravilha de país! Guerrilheiros recebem pensão como prêmio por assaltos, assassinatos e sequestros e um fuzil nas mãos de um bandido não representa qualquer ameaça.

Enquanto isso nossos policiais são mortos aos borbotões. Mas o que esperar de uma gente que transformou Marielle em heroína, mas esqueceu da professorinha que morreu queimada depois de salvar várias crianças de um incêndio criminoso? Isso fora os que acharam um absurdo uma policial matar um bandido que ameaçava mães na porta de uma escola.

Invasores de terras matam gado, destroem laboratórios e queimam casas em nome da "justiça social", e manifestantes queimam carros, depredam patrimônio público e saqueiam lojas pedindo "ordem". Tempos atrás foi por causa de um aumento de vinte centavos nas passagens, mas são os mesmos que clamam pela liberdade de quem lhes roubou bilhões de reais, e quando roubou, ficaram calados.

Nas universidades, que deveriam ensinar os alunos a serem produtivos, doutrinam com base nas filosofias de um vagabundo improdutivo chamado Marx, e que viveu a vida inteira às custas da mulher, rica. Mulheres gritam contra o feminicídio, mas defendem a morte de inocentes no ventre.

Aqui os militantes que pregam a paz são os que praticam o ódio e os políticos que falam em liberdade são os que aprisionam os humildes na ignorância. Até o que veio pedir o fim das "fake news" foi o que mais se utilizou de mentiras em sua campanha.

*Aqui, meu filho, comunistas falam em igualdade morando em mansões, voando de primeira classe, comendo em restaurantes caros e com Rolex no pulso.
 *Lutam contra o capitalismo tirando férias na Disney ou Nova York, e fazendo discursos tomando um Scotch 20 anos no Baixo Leblon.
 *É lá que fazem defesas apaixonadas da "democracia" de Cuba, onde não tem eleições desde 1959 e nem é permitido existir oposição. 
 *É onde empunham suas bandeiras contra a ditadura e defendem a liberdade de expressão, mas reverenciam Maduro, que condena seus opositores às masmorras, retira toda a liberdade de expressão e pune com a morte os manifestantes.
Puxa... Que romântico!

Esse foi o legado deixado pela esquerda depois de longos 14 anos.

*Só espero, sinceramente, que estejamos entrando numa nova fase, e que o Brasil comece a sair dessa inversão maldita, passando a trilhar por uma estrada reta e decente, porque nunca antes se viu um país pegando um atalho tão curto para a decadência.*

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ESTA MISSÃO TAMBÉM É NOSSA.





Podemos dizer que BOLSONARO tem sido coerente até agora na formação de seu ministério, técnica e ideologicamente com seu discurso de campanha, mesmo que muitos setores da grande mídia e a esquerda inconformada, sabidamente refratários à sua eleição, tenham opinião diferente.


A missão do futuro governo será espinhosa, complexa e interminável.



Não serão 4 anos suficientes para concretiza-la, mas tenho certeza que será o início do caminho para a redenção do Brasil.



Nós que o elegemos, e somos avalistas da nova administração, juntamente com outros imbuídos de patriotismo e desejosos de mudança, seremos co-responsáveis pela reconstrução do nosso País.



- Re-unir a Nação, vítima de uma cruel secessão originada pela retórica petista do "nós e eles", implantada por um crápula, que visava dividir para dominar.


-Desaparelhar a máquina estatal, responsável por este caos moral e econômico instalado.


-Minimizar os efeitos da corrupção combatendo a impunidade e as relações indecentes de compadrio público/privadas.


-Neutralizar o expansionismo da doutrinação gramsciniana nas escolas e universidades.


-Punir na forma da lei, todo e qualquer ato de terror e vandalismo contra propriedade pública ou privada, assim como discursos de ódio e violência que ponham em risco a ordem social.


-Garantir os direitos básicos do cidadão à saúde, educação e segurança.


-Fazer uma administração transparente e honesta, voltada exclusivamente ao interesse público.


-Propor as mudanças necessárias, mesmo que duras, para priorizar o crescimento econômico e o desenvolvimento social do País e de seus cidadãos.


-Criar condições para alcançar a geração plena de emprego.
-Assegurar direitos iguais ás minorias, sem no entanto se submeter á elas.


-Promover justiça igualitária e imparcial à todos, independente de credo, cor, raça ou preferência sexual.


-Se distanciar da velha política viciada, oportunista e fisiológica do "toma lá, dá cá".


-Manter diálogo aberto com os outros poderes, dividindo com eles a responsabilidade pelo ônus e pelo bônus dos resultados alcançados.


-Inserir o Brasil no seu devido lugar no contexto das Nações, aderindo a tratados e convenções, mas jamais abdicando de nossa soberania.


-E, sobretudo, resgatar nosso orgulho e nosso amor por este chão, que canalhas tentaram sufocar.


Temos que esperar, que tanto o Congresso quanto a Suprema Côrte, sobreponham os interesses da Nação acima dos interesses pessoais ou de grupos, deixando de lado o fisiologismo, a arrogância e as vaidades midiáticas, cientes de que a realidade política agora é outra.


São estes e outros desafios que o Governo que se inicia irá enfrentar, sabendo que haverá resistência intolerante daqueles que por muito tempo sugaram com avidez o sangue da Pátria, e que iludiram grande parte da sociedade.


Mas a Nação acordou, e quer queiramos ou não, temos que fazer as mudanças, temos que lutar esta luta, por nós, por nossos filhos, e pelo futuro do nosso País.


Esta missão também é nossa.


BRASIL ACIMA DE TUDO.