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sexta-feira, 6 de abril de 2012

CINOMOSE AQUI NÃO !!!

WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal                                   Abril 2012
Participe já da campanha “Cinomose Aqui Não”!

Pelo quarto ano consecutivo, a WSPA e a Merial se juntam em mais uma luta contra a cinomose - uma séria doença que atinge milhares de cães e está hoje disseminada pelo nosso país.

Você também pode nos ajudar a nocautear a cinomose!


As estrelas Rodrigo “Minotauro” e Rogério “Minotouro”, lutadores do UFC (Ultimate Fight Championship), e o cãozinho deles Temaki se uniram à UCC para este combate que promete ser um grande desafio: no Brasil apenas 1 em cada 5 cães é vacinado, ou seja, apenas 20% da população canina.

E você? Quer participar? Veja como ajudar:

1 - Curtindo a página “Cinomose Aqui Não” no Facebook. A cada 50 “curtidas”, a Merial doará 1 dose de Recombitek®.

2 - Divulgando a campanha para seus amigos no Twitter! Se você já curtiu a página e já vacinou o seu cão com Recombitek®, compartilhe a notícia nas redes sociais com seus amigos que também amam cães! Quanto mais pessoas participarem, mais animais serão beneficiados!

3 - Vacinando o seu cão com Recombitek® entre os meses de abril e maio. Do total das doses vendidas neste período, 5% serão destinadas a mais de 20 ONGs de proteção animal que assistem milhares de cães vítimas de abandono e maus-tratos em diversas regiões do Brasil.

Ao curtir a página “Cinomose Aqui Não” , além de ajudar os animais, você também concorre a diversos prêmios que serão oferecidos em promoções-relâmpago da Merial ao longo da campanha!

Com a sua ajuda podemos nocautear a cinomose!
Desde 2009, 20 mil cães já foram beneficiados!

Compartilhe nas redes sociais: Facebook ShareThisTwitter

Acesse o website da WSPA Brasil



A WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal visa construir um mundo onde o bem-estar animal importe e os maus-tratos contra os animais tenham fim, através de campanhas e cooperação com organizações de proteção e bem-estar animal e fóruns regionais, nacionais e internacionais. Reconhecida como órgão consultivo no Conselho Europeu, a WSPA colabora também com governos de vários países e com as Nações Unidas. Para mais informações sobre a WSPA, acesse www.wspabrasil.org.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Sabão caseiro contra pulgas e carrapatos

 Feito com uma planta indiana, o sabão impede que pulgas e carrapatos tirem o sossego do seu bicho de estimação

Atualizado em 18/11/2011
Daniella de Caprio
Cachorro
Deixe seu pet tosado no verão para evitar pulgas e carrapatos
Foto: Getty Images
Coceira, feridas na pele, fezes com vermes. Esses são alguns dos sinais de que seu cão ou gato é vítima de pulgas e carrapatos. Em um simples passeio no parque, seu amigo pode voltar se coçando.

Saiba que é possível se livrar dessas pragas e ainda deixá-lo blindado contra futuros ataques com uma solução caseira: o sabão de Neem. Ele é feito com uma planta que repele pulgas e carrapatos naturalmente.

Veja a seguir a receita do sabão de Neem, para acabar com o coça-coça do seu bicho de estimação.


Como fazer o sabão antipulgas e carrapatos

Ingredientes
. 1 barra (200 g) de sabão glicerinado
. 20 ml de óleo de Neem (encontrado em casas de jardinagem)
. 10 gotas de óleo essencial de cravo, citronela ou eucalipto

Modo de preparo
Em banho-maria, amoleça o sabão até ficar cremoso. Retire do fogo e esfrie até atingir 40ºC (meça com um termômetro). Adicione os óleos, mexa bem, ponha em forminhas e leve ao freezer por 20 minutos.


Conheça melhor o Neem, que afasta pulgas e carrapatos

. O óleo é retirado da árvore Azadirachta indica, da família do mogno.

. Possui uma substância que mata insetos em geral.

. É vendido como sabão em barra, sabonete líquido e óleo puro ou diluído.

. Pode ser usado em pessoas e animais de sangue quente (menos peixes, répteis, insetos...).

. Dá para colocar na ração, usar no banho ou aplicar no dorso do animal.

. Se a infestação for grande, borrife o bicho e a casa com óleo puro, além de dar banho no bicho com o sabão.

Fonte: Maria Lúcia Sauerbronn Gonçalves, Farmacêutica Bioquímica

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Notícias sobre a Leishmaniose

From: claradeabreu@terra.com.br



Mais uma informação atualizada sobre a Leishmaniose (calazar)
Sempre recebo informações totalmente confiáveis com novidades sobre leishmaniose de protetores de animais e veterinários de todo o Brasil e de Portugal. Em 2009 recebi um e-mail com a palestra do Dr. Leonardo Maciel em Belo Horizonte enviado por Virgínia Abreu (protetora de animais no interior de Minas Gerais). Mas, esta palestra também está na internet.
Recebi este ano o convite do seminário que aconteceu em São José do Rio Preto sobre a leishmaniose visceral no mês de abril, encaminhado pela Leyla Orilio,protetora de animais em Curitiba. A matéria divulgada no jornal local de São José do Rio Preto/SP sobre este seminário foi enviada pela Ione Torquato (protetora de animais em Belo Horizonte, que também encaminhou para mim a carta da Anclivepa sobre o resultado do encontro nacional que aconteceu em 2010.
Por último recebi um e-mail da Dra. Sônia Farias (veterinária daqui de Fortaleza/CE, Av. Humberto Monte 2555), falando sobre o novo kit da vacina leishmune. Com o novo kit os animais vacinados NÃO FICAM MAIS POSITIVO. A palestra do Dr. Leonardo Maciel de Andrade em Belo Horizonte foi em 2009 e na época a vacina utilizada deixava os animais positivos. Atualmente, eles não ficam positivos quando vacinados com o novo kit.

Também recebi muitas informações dos protetores de animais de Portugal. Todos eles confirmam que lá ninguém mata cães com a doença, todos os animais são tratados e ficam sendo medicados por toda vida. Uma protetora de lá,  em um dos seus e-mails contou que tem 16 cães e que um deles teve a Leishmaniose. Ela tratou o cachorrinho e disse que continuará sendo medicado. Nenhum dos outros cães pegou a doença e nem as pessoas da casa.

Agradeço a todos pelas informações enviadas e a Dra. Sônia por mais esta importante informação. Informações de estudos e descobertas recentes sobre o tema sempre serão bem vindos.
Quaisquer novidades encaminharei para todos.

Clara de Abreu Magalhães
Fortaleza/Ceará




----- Original Message -----
From: claradeabreu@terra.com.br
To:
Cc:
Sent: Dom 31/07/11 19:06
Subject: Fwd: Calazar - informações importantes e atualizadas
Calazar - Seminário -mitos e verdades.jpg (1195.9 Kb) attached

Leishmaniose (Calazar)

COMPROVADO CIENTIFICAMENTE:
Cães tratados e com todos os cuidados necessários do proprietário ele DEFINITIVAMENTE não é um RESERVATÓRIO.....O BRASIL É ÚNICO PAÍS NO MUNDO QUE A EUTANÁSIA É OBRIGATÓRIA NO CASO DE CÃES COM LEISHMANIOSE POSITIVA.



Segue em anexo o jornal com a matéria do seminário realizado este ano sobre Leishmaniose, em São José do Rio Preto/SP. Na quarta coluna, que fica do lado direito da foto de três pessoas, diz textualmente que é importante lembrar que assim como o cachorro, o humano que possui leishmaniose também não sara e consequentemente ele passa a ser transmissor assim como o cão... Também foi afirmado neste seminário que os testes realizados nos cães para saber se estão com calazar é condenado pela Organização Mundial da Saúde e pela Europa, porque são extremamente falhos e muitos cães são sacrificados  como se estivessem com calazar sem estar (são os chamados falsos positivos, porque o resultado acusa positivo sem o animal estar com calazar). Confira toda a matéria em anexo na informação Seminário- Mitos e Verdades.
E veja a seguir a conclusão final da palestra do Dr. Leonardo realizada em 2009. A palestra foi apresentada, com riqueza de detalhes e fotos, todos os sintomas da doença nos animais e nas pessoas, meio de transmissão e tratamento. Por último, a carta da ANCLIVEPA BRASIL: ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE CLÍNICOS VETERINÁRIOS DE PEQUENOS ANIMAIS e um resumo com importantes informações.
A Palestra do Dr. Leonardo foi em 2009, mas em 2010 o CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA – CFMV que realizou encontro técnico-científico sobre a questão da LVC no Brasil, no qual participaram médicos veterinários especializados nas áreas de saúde pública, epidemiologia, clinica médica, além de diretores do CFMV, ANCLIVEPA BRASIL, MAPA, Ministério da Saúde, OPAS e dos CRMVs, só confirma o que o Dr. Leonardo disse na palestra em 2009. Também o seminário que aconteceu em São José do Rio Preto/ SP (em anexo) este ano, também confirma o que foi dito pelo Dr. Leonardo. Por favor, confiram tudo, pois neste e-mail constam importantes informações sobre o calazar , além de bastante atualizadas.


Conclusão:
O que afirmou Dr. Leonardo Maciel de Andrade (Veterinário),numa palestra realizada em Belo Horizonte em 2009

Palestra em Belo Horizonte 09.06.2009
Com Dr. Leonardo Maciel Andrade
Tema: LEISHMANIOSE

Cães infectados na capital (Belo Horizonte - MG): Em torno de 80% da população canina estão POSITIVOS.

Dos 80% positivos 50% não sabem que estão infectados, 40% são eutanasiados e 10% são tratados. Dos cães infectados apenas os cães tratados é que não são reservatórios.

Humanos infectados na capital: Acreditam que mais de 50% da população já estejam infectados e dos 50%, apenas 10% manifesta a doença e todos são reservatório da doença.

Vacinas: LEISHMUNE, descoberta em 1981 para outros fins pela Dra Clarisa Palatrik de Sousa da UFRG.... Com uma eficácia até o 2º ano de aplicação de 98,7%, depois do 2º ano 97,2% e totalizando tem uma eficácia de no mínimo 92% de eficácia.... O cão fica positivo nos exames mas não é portador e muito menos é reservatório da doença, são apenas anti-corpos que o deixa positivo.....LEISH-TEC, tem as mesmas eficácias da Leishmune e com o mesmo percentualCombate segundo a secretária da Saúde:-Remoção canina: A eutanásia..... Mas por unanimidade num congresso nacional, essa é a pior solução, pois os humanos tbm são reservatórios da doença e existem a superpopulação de cães e o descontrole de natalidade.

-Drogas: Tratamento para todos os cães doentes-Vacinas: Vacinar todos os cães e aprovação imediata da vacina humana-Eliminar o Vetor: Pela secretaria de saúde este item está em último lugar, mas segundo os estudos é o mais eficiente, mais barato e o que realmente vai resolver o problema.... Pois o simples fato de conscientizar a população de limpar, borrifar suas casas e ainda plantar algumas citronelas e alguns procedimentos simples resolverá o problema....

COMPROVADO CIENTIFICAMENTE:
Cães tratados e com todos os cuidados necessários do proprietário ele DEFINITIVAMENTE não é um RESERVATÓRIO.....O BRASIL É ÚNICO PAÍS NO MUNDO QUE A EUTANÁSIA É OBRIGATÓRIA NO CASO DE CÃES COM LEISHMANIOSE POSITIVA.


As pesquisas andam lentamente e muitas drogas estão para ser aprovadas e para os seres humanos só existem 4 drogas no mundo que não anotei seus nomes, mas existem testes de outras que podem demorar anos ou décadas para liberação das mesmas.

Temos a DENGUE e muitas outras doenças que estão a frente da LEISHMANIOSE segundo a secretaria da saúde para investimento em tratamentos, prevenção e cura e a LEISH está em 6º lugar na lista e se o governo não tem dinheiro para tratar da DENGUE e combatê-la que está em primeiro lugar da lista, quem dirá o 6º lugar....Então cabe a nós fazermos um serviço de FORMIGUINHAS e de boca em boca, bater de porta em porta e conscientizar os nossos vizinhos e pedir os nossos vizinhos para conscientizar seus vizinhos e parentes e assim vamos espalhando....
O mosquito "saudável" pica um animal doente e aí ele fica contaminado e depois pica um homem e assim transmite a doença... e óbvio que pode ser o contrário... O mosquito "saudável" pica um homem doente e depois pica um animal e assim transmite a doença...TODOS NÓS, ANIMAIS RACIONAIS E IRRACIONAIS SOMOS RESERVATÓRIOS E O MOSQUITO O VETOR

Sacrificar os cães DEFINITIVAMENTE não é a solução, pois o VETOR,vai continuar fazendo vítimas, uma vez que os outros animais (cavalos, homens, hamster, raposas, etc) tbm são reservatório da doença....O que vamos fazer então matar a todos contaminados, inclusive os homens e deixar o planeta para o vetor???Isso é absurdamente sem lógica....TEMOS QUE IR DIRETAMENTE NO VETOR E PROCEDIMENTO SIMPLES, MAS EM MASSA PARA O COMBATE A ESSE MOSQUITO E TRATAR DOS DOENTES (ANIMAIS RACIONAIS OU IRRACIONAIS INFECTADOS)..... UMA VEZ QUE ESSA DOENÇA NÃO É TRANSMITIDA DE PESSOA PARA PESSOA OU DE ANIMAL PARA ANIMAL, SOMENTE PELOMOSQUITO ...




ANCLIVEPA BRASIL: ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE CLÍNICOS VETERINÁRIOS DE PEQUENOS ANIMAIS


Dr. Paulo Castilho
Presidente
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE CLÍNICOS VETERINÁRIOS DE PEQUENOS ANIMAIS
ANCLIVEPA BRASIL




CARTA DA  ANCLIVEPA BRASIL





         A ANCLIVEPA BRASIL divulga aos seus associados sua análise e posicionamento referente à questão da Leishmaniose Visceral Canina  - LVC, em nosso país. Durante o ano de 2010 o CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA – CFMV realizou encontro técnico-científico sobre a questão da LVC no Brasil, no qual participaram médicos veterinários especializados nas áreas de saúde pública, epidemiologia, clinica médica, além de diretores do CFMV, ANCLIVEPA BRASIL, MAPA, Ministério da Saúde, OPAS e dos CRMVs. Desse encontro, o SISTEMA CFMV/CRMVs divulgou CARTA que situou a realidade da LVC NO BRASIL.  De forma idêntica, o CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO MATO GROSSO DO SUL (CRMV-MS), promoveu o Iº SIMPÓSIO SUL-MATO-GROSSENSE DE LEISHMANIOSE,  com objetivos de informar, atualizar, discutir e orientar médicos veterinários, médicos, advogados, juízes, promotores e delegados sobre os aspectos técnico-científicos e jurídicos da Leishmaniose que foram divulgadas conclusões para toda a classe médica veterinária e a sociedade em geral. Além disso, as ANCLIVEPAs REGIONAIS promoveram por todo país SIMPÓSIOS sobre o tema, procurando informar e discutir o problema.

         Está claro que a LEISHMANIOSE VISCERAL é doença grave, que leva ao óbito animais e humanos, sendo considerada pela OMS endemia prioritária em ações de controle nos 88 países em que está presente. A população brasileira demonstra crescente interesse no conhecimento dessa doença e, sem dúvida, está a cada dia conhecendo mais, não somente sobre a doença, mas também sobre as ações de controle preconizadas pelos agentes de saúde pública do Brasil.

         Dessa maneira, a ANCLIVEPA BRASIL pontua os seguintes aspectos:

1 – Reconhece o importante papel dos CONSELHOS DE MEDICINA VETERINÁRIA no esclarecimento à sociedade em relação à LEISHMANIOSE VISCERAL.

2 – Parabeniza o CFMV e os CRMVs que promoveram eventos relativos a discussão do assunto, bem como suas imparciais conclusões, que apontaram falhas cruciais para se alcançar o controle da doença no Brasil

3 – Conclama que demais Entidades e Conselhos da Medicina Veterinária do país realizem, em 2011, espelhados nos exemplos dos CFMV e CRMV-MS, encontros voltados para o tema. Esses encontros permitem vislumbrar os equívocos existentes na orientação pública em relação ao controle da Leishmaniose Visceral no Brasil

4 – Divulga que a revisão sistemática da OPAS em janeiro de 2010, concluiu que as ações de controle adotadas no Brasil, não demonstram eficácia. Além disso, essa mesma revisão indica que o controle do vetor seria melhor estratégia do que a polêmica eliminação canina.

5 – Informa que outros reservatórios urbanos foram identificados, fragilizando ainda mais a eliminação canina praticada pelo serviço público.

6 – Reitera que os métodos diagnósticos atuais para a Leishmaniose Visceral Canina, mantém-se frágeis e levam à morte milhares de cães com resultados falso positivos.

7 – Enfatiza a necessidade de medidas de proteção dos cães contra os vetores, distribuindo colares inseticidas ou inseticidas tópicos em animais nas regiões afetadas e a realização de vacinação contra LVC em regiões endêmicas.

8  – Defende o tratamento de cães afetados, amparada nas evidencias cientificas de que a eliminação desses cães não diminuiu o risco de contaminação humana, além do fato de que os cães tratados mantém-se saudáveis, sem capacidade infectante e constantemente protegidos da aproximação do vetor. Essa conduta encontra respaldo não só em publicações científicas mas também em documentos oficiais da OPAS e OMS. 


         Baseados nesses pontos a ANCLIVEPA BRASIL declara que:


1 – Discorda da proibição do tratamento canina, imposta pela portaria interministerial 1.426/2008, que vem sendo mantida em detrimento de todas as evidencias de sua ineficácia e inexeqüibilidade.


2 – Defende a opção do tratamento de cães assintomáticos com a autorização e responsabilidade legal do proprietário.


3 – Defende campanhas públicas de educação em controle do vetor, desfocadas da eliminação de cães. Para isso, será necessário investimento em contratação de mão de obra permanente e treinamento para que as visitas de controle não se limitem à identificação de animais sororeagentes com o objetivo de sua eliminação. Essas visitas devem dar orientações preventivas para o controle da transmissão vetorial.


4 – Exige aplicação das verbas publicas em medidas éticas que busquem diagnósticos corretos, controle do vetor através de campanhas de aplicação de inseticidas centrados nos cães.


5 – Não concorda com diagnósticos imprecisos que resultem em eliminação dos animais. Defende exames seguros e repetidos conforme acompanhamento médico dos animais.


6 – Defende e busca o diálogo com os agentes públicos. 


Esses são os pontos defendidos pela ANCLIVEPA BRASIL que têm sido apresentados pelo país.

A ANCLIVEPA BRASIL prioriza a saúde da família.  A ANCLIVEPA BRASIL promove seus debates com o intuito de esclarecer que o cuidado com a vida dos animais é ação de saúde pública.  A ANCLIVEPA BRASIL promove discussões objetivando manter os médicos veterinários atualizados sobre o assunto.

A ANCLIVEPA BRASIL reitera que o combate da LVC desse ser centrado no controle do vetor.

Reunião de Diretoria da ANCLIVEPA BRASIL.

 Salvador, 31 de janeiro de 2011
Paulo Carvalho de Castilho
Presidente ANCLIVEPA BRASIL




DESTAQUE:
A ANCLIVEPA BRASIL reitera que o combate da LVC desse ser centrado no controle do vetor.

4 – Divulga que a revisão sistemática da OPAS em janeiro de 2010, concluiu que as ações de controle adotadas no Brasil, não demonstram eficácia. Além disso, essa mesma revisão indica que o controle do vetor seria melhor estratégia do que a polêmica eliminação canina.


5 – Informa que outros reservatórios urbanos foram identificados, fragilizando ainda mais a eliminação canina praticada pelo serviço público.

6 – Reitera que os métodos diagnósticos atuais para a Leishmaniose Visceral Canina, mantém-se frágeis e levam à morte milhares de cães com resultados falso positivos.

7 – Enfatiza a necessidade de medidas de proteção dos cães contra os vetores, distribuindo colares inseticidas ou inseticidas tópicos em animais nas regiões afetadas e a realização de vacinação contra LVC em regiões endêmicas.

8  – Defende o tratamento de cães afetados, amparada nas evidencias cientificas de que a eliminação desses cães não diminuiu o risco de contaminação humana, além do fato de que os cães tratados mantém-se saudáveis, sem capacidade infectante e constantemente protegidos da aproximação do vetor. Essa conduta encontra respaldo não só em publicações científicas mas também em documentos oficiais da OPAS e OMS. 


         Baseados nesses pontos a ANCLIVEPA BRASIL declara que:


1 – Discorda da proibição do tratamento canina, imposta pela portaria interministerial 1.426/2008, que vem sendo mantida em detrimento de todas as evidencias de sua ineficácia e inexeqüibilidade.


2 – Defende a opção do tratamento de cães assintomáticos com a autorização e responsabilidade legal do proprietário.


3 – Defende campanhas públicas de educação em controle do vetor, desfocadas da eliminação de cães. Para isso, será necessário investimento em contratação de mão de obra permanente e treinamento para que as visitas de controle não se limitem à identificação de animais sororeagentes com o objetivo de sua eliminação. Essas visitas devem dar orientações preventivas para o controle da transmissão vetorial.


4 – Exige aplicação das verbas publicas em medidas éticas que busquem diagnósticos corretos, controle do vetor através de campanhas de aplicação de inseticidas centrados nos cães.


5 – Não concorda com diagnósticos imprecisos que resultem em eliminação dos animais. Defende exames seguros e repetidos conforme acompanhamento médico dos animais.


6 – Defende e busca o diálogo com os agentes públicos. 


Esses são os pontos defendidos pela ANCLIVEPA BRASIL que têm sido apresentados pelo país.


CALAZAR, CUIDADO COM O RESULTADO DOS EXAMES
 
Todos os métodos de exame para saber se o animal está com calazar, sem exceção, são falhos. Tudo pode interferir no resultado. Se o animal estiver com anemia o exame poderá dar positivo mesmo o animal não estando com  calazar. Se o animal estiver com um simples verme também poderá interferir no exame dando positivo mesmo o animal não estando com calazar, e assim qualquer doença, qualquer mazela pode interferir no resultado. E muitas vezes o animal não tem doença nenhuma e o resultado do exame dá errado. Sempre converso com veterinários sobre o assunto e eles afirmam que muitos cães são sacrificados como se estivessem com calazar sem estar, porque o exame é extremamente falho. Repito, todos os métodos são falhos. O que menos falha é um método realizado em Belo Horizonte, assim mesmo, também falha nos resultados. Foi dito por veterinários que o método utilizado aqui  no Brasil para fazer teste em cães, é condenado pelo OMS (Organização Mundial da Saúde) e pela Europa. Deveria ser proibido, mas não é (isto é Brasil). Portanto, quem quiser fazer teste de calazar, leve ao veterinário de confiança para que o  material seja levado para Belo Horizonte, se der positivo deve ser feita a contra prova. Se continuar dando positivo, trate o cão. Todos os seres vivos que contraem a doença são reservatórios, inclusive o ser humano, e isso foi dito por um veterinário numa palestra realizada em Belo Horizonte, aberta ao público. O Animal tratado com o princípio ativo alopurinol se recupera, mas dizem que continua sendo reservatório. A questão é: quem trata o cão, este deverá ficar tomando o medicamento por toda vida, e enquanto estiver sendo medicado ele não está sendo reservatório porque tem a ação do medicamento, por isso é indicado que o cão deve ser medicado por toda vida. Já em humanos é diferente: a pessoa é medicada, fica "boa" e depois encerra a medicação, então essa pessoa é reservatório porque não permanece sob a ação de medicamento nenhum. Por isso, não adianta matar os cães, o ideal é tratar, porque se o cão é sacrificado, o mosquito infectado continua vivo e já estando infectado não precisará picar um cão doente, basta picar a pessoa ou animal sadio para transmitir a doença. Matar o cão pra quê? Se já têm os mosquitos infectados e tem outros reservatórios, como pessoas que já tiveram a doença e os roedores dentre outros? O ideal é manter cidade limpa, residências limpas, e combater o mosquito. Já está mais que provado que matar cães não adianta, desde sempre usam este método e a doença continua se alastrando cada vez mais. Na Europa ninguém mata cães com calazar, eles são tratados. O Brasil é o único país que usa este método arcaico de combate ao calazar. O método utilizado pelo Brasil para combater o calazar é considerado ineficaz pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Considero frieza, traição e covardia de quem entrega o cão para ser sacrificado pelo CCZ. Isso causa mais sofrimento no animal, que será levado por pessoas estranhas, ao local estranho, para ser morto longe dos seus donos. Se alguém decidir sacrificar o cão, deverá ao menos fazer o sacrifico de ter a última despesa com o bichinho, chamar o veterinário em casa, para que ele seja anestesiado antes da injeção letal e que possa ao menos morrer em casa, para que isso evite mais angústia e sofrimento ao animal quando levado pelo CCZ (na carrocinha).
Sou contra o sacrifício. Dizem que em cães não há cura? Por que? Porque ficam sendo reservatórios após tratamento? É só medicá-los por toda vida. E as pessoas? Ficam curadas? Já sabemos que não, apenas desaparecem os sintomas após tratamento. Mas, estas também ficam sendo reservatórios, pois não ficam tomando medicação por toda vida. Conheço um homem que teve calazar, faz uns dez anos, foi tratado, ficou “bom”, após o tratamento encerrou a medicação. Hoje, ele é reservatório sim, ele e qualquer outra pessoa que teve a doença, pois não estão mais sob o efeito de nenhum medicamento. Já os cães tratados, são medicados por toda vida, então permanecem sob o efeito do medicamento e por isso não ficam sendo reservatório. Portanto, não adianta matar os cães.
É importante esclarecer, que nem toda unha grande é leishmaniose, pois animais idosos e cães que ficam muito tempo deitados podem ter unhas grandes.
Nem todo problema de pele é leishmaniose, por isso é importante sempre levar ao veterinário e fazer exames clínicos e laboratoriais, por que a leishmaniose se confunde com outras doenças. Existem muitos problemas de pele, como alergias e câncer dentre outros, e isso não tem nada a ver com calazar.
Os exames feitos pelo governo para inquérito canino podem dar cruzamento de informações com outras doenças e um cão com erlichia, babesia, verminoses ou até mesmo baixa imunidade, pode dar positivo, são os chamados falso-positivos e por isso que muitas entidades e veterinários tem questionado os exames. O problema não é o laboratório, mas o material que são feitos os testes sorológicos.
Também é importante observar, que o tratamento não está proibido, o que está proibido segundo a Portaria Interministerial, transcrevo aqui: "que proíbe o tratamento de leishmaniose visceral canina com produtos de uso humano ou não registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento." 
O Dr. André Luis Soares da Fonseca, no mandado de segurança que impetrou para poder tratar cães com leishmaniose, em seu despacho o juiz disse que o tratamento não está proibido. O que está proibido é o tratamento com medicação humana.
Mas o melhor caminho ainda é prevenção!

Para prevenir, quando vejo que é época de mosquito, aplico spray de citronela no meu cachorro, coloco nas paredes também para que os mosquitos não se aproximem. Já coloquei a coleira Scalibor , mas tive que tirar porque ele não se deu bem com a coleira, então aplico a citronela.

Sobre o argumento de veterinários contra o tratamento em cães com calazar, não dá para aceitar. Os cães não são os únicos reservatórios. Se combatessem o mosquito, não haveria esta polêmica com relação ao tratamento e as pessoas poderiam tratar os animais. Esta é a questão, é a luta pelo combate certo, a erradicação do mosquito. Infelizmente, as autoridades nunca procuraram combater o mosquito flebótomo. O Governo e a Imprensa usam como símbolo da doença a foto de um cão, ao invés da foto do mosquito transmissor. Muita gente, de pouca instrução, pensa que o transmissor é o cão. Sem o mosquito não teria como ser transmitida a doença do calazar. Quando aconteceu um caso de morte por calazar na periferia desta cidade, em 2008, o que as pessoas deste bairro fizeram?  Mataram seus cães sem nem fazer exame, por medo de contrair  a doença. Pensam que não tendo cães em casa não correm risco. Pelo contrário, o risco é maior, não tendo o cachorro para picar o mosquito irá picar as pessoas. Essas pessoas nem sequer recebem orientação correta por parte do governo, e por pensar que o cão é transmissor da doença, mataram indiscriminadamente seus animais.

Clara de Abreu Magalhães
Fortaleza/Ceará


CALAZAR - Tópicos Importantes

1) O único meio de transmissão da leishmaniose (calazar) é através da picada do mosquito. Sem o mosquito, mesmo todos os cães estando com calazar, não há como a doença ser transmitida

 2) A própria OMS recomenda que cães com calazar sejam tratados, e com os mesmos medicamentos utilizados em humanos.
Mas além dos medicamentos utilizados em humanos, existem vários medicamentos veterinários para o tratamento  em cães com calazar.

3) O CCZ só poderá levar o animal doente e sacrificá-lo só única e exclusivamente com a autorização do dono do animal e de mais ninguém.
As pessoas não sabem que o CCZ só pode levar o cão e sacrificar com a autorização do dono, e muitas vezes entregam o bichinho,mesmo chorando, pensando que é obrigado, além de não exigir um novo exame como contra prova.

4) Quando o animal é submetido a teste para saber se estar com calazar e der positivo, é extremamente importante e indispensável fazer um segundo exame como contraprova. Além disso, se for confirmado no segundo teste que o cão está com calazar e pessoa optar pela eutanásia do animal, esta deve ser orientada de que a eutanásia deve ser feita em casa por veterinário, pois os animais são seres vivos e têm sentimentos. Entregar o animal para o CCZ e o bichinho ser levado por pessoas estranhas, para um local estranho, longe de casa e do seu dono para ser morto, acarretará em muita angústia, medo e sofrimento para o animal e isto deve e tem que ser evitado.

5)
O único meio eficaz de deter o alastramento da leishmaniose no País é combater o mosquito, sem ele não há como transmitir a doença. O cão é tão vítima quanto as pessoas, e não é o único reservatório, existem outros animais que também são reservatórios, inclusive o ser humano.

6) Conversando  com um veterinário, ele apesar de ser contra o tratamento e a favor do sacrifício, afirmou que na maioria das vezes os resultados dão errados, e que muitas vezes o animal não está com calazar e mesmo assim dá positivo. Sendo assim, muitos animais são sacrificados sem estar com calazar.
Outra pergunta que fiz a ele: Se uma pessoa estiver com calazar e for picada pelo mosquito novamente, esse mesmo mosquito picar uma pessoa sadia, a pessoa pega calazar também? Ele disse que sim.

7) Um trecho da palestra do veterinário em Belo Horizonte:

O mosquito "saudável" pica um animal doente e aí ele fica contaminado e depois pica um homem e assim transmite a doença... e óbvio que pode ser o contrário... O mosquito "saudável" pica um homem doente e depois pica um animal e assim transmite a doença...TODOS NÓS, ANIMAIS RACIONAIS E IRRACIONAIS SOMOS RESERVATÓRIOS E O MOSQUITO O VETOR
O que diz a Organização Mundial da Saúde (OMS)
8) Eutanásia para o cachorro é um tema muito polêmico, há muitos pontos de vista opostos. A massiva destruição de cachorros infectados por leishmaniose é uma medida de controle drástica, usada somente no Braisl.
9) A OMS (Organização Mundial de Saúde) tende a desencorajar a matança indiscriminada de animais reservatórios de zoonoses. Isto é especialmente verdade nos casos das doenças zoonoses com muita influência para a saúde pública, envolvendo o cachorro como principal reservatório, como é no caso da leishmaniose canina, da raiva, e da equinococose cística. A OMS tem colaborado com WSPA (Sociedade Mundial para a Proteção de Animais) e desenvolvido junto linhas de orientação para o  procedimento com a população canina em relação ao controle das zoonoses (OMS documento WHO/ZOON/90.16). Porém, a decisão final fica para as autoridades nacionais ou locais, enfrentando e priorizando o problema humano da leishmaniose visceral. Grandes esforços tem sido feitos para desenvolver vacinas eficientes contra a leishmaniose canina, e um candidato já foi registrado no Brasil que pode afastar a medida dramática de matar os cães infectados.

10) 2) A própria OMS recomenda que cães com calazar sejam tratados, e com os mesmos medicamentos utilizados em humanos.
Mas além dos medicamentos utilizados em humanos, existem vários medicamentos veterinários para o tratamento  em cães com calazar.
(Obs.: o tratamento no Brasil não está proibido, o que está proibido segundo a Portaria Interministerial, é o tratamento de leishmaniose visceral canina com produtos de uso humano ou não registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Porém, portaria não tem força de lei, e não existe nenhuma Lei Federal proibindo o tratamento). 
  Clara de Abreu Magalhães
Fortaleza/Ceará

Artistas apoiam Campanha “Diga não a Leishmaniose” e alertam para a importância da prevenção

Hebe Camargo, Daniela Albuquerque e Flavia Noronha já foram fotografadas para a Campanha Diga Não à Leishmaniose
Diversos artistas se unem em prol da campanha Diga Não à Leishmaniose e posam com seus cães encoleirados para as lentes do renomado fotógrafo internacional de pets, Lionel Falcon. As primeiras celebridades fotografadas foram Daniele Albuquerque e Flávia Noronha, modelos e apresentadoras de televisão; e a consagrada apresentadora, Hebe Camargo.

A campanha tem como objetivo conscientizar a população sobre a leishmaniose visceral, grave doença de saúde pública por se tratar de uma zoonose de alta letalidade. A doença é transmitida tanto aos cães quanto aos humanos por meio da picada de um inseto conhecido popularmente como “mosquito palha”.

A coordenadora do projeto, ex-assessora de Clodovil Hernandes e diretora de Comunicação e Mídia do Instituto Clodovil Hernandes, Marli Pó, idealizou a campanha após ver o sofrimento do estilista quando seus cães foram infectados pela doença em Ubatuba, em 2004. O único que se salvou, na época, foi o Grande Otelo, símbolo da campanha. “Desde que presenciei o que Clodovil passou, na espera de um resultado de exame de sangue do Grande Otelo, comecei a pesquisar sobre a doença e pude constatar que muitas pessoas estavam morrendo e vários cães sendo eutanasiados. De lá pra cá, os índices da doença no Brasil aumentaram consideravelmente. Sempre fui adepta a causa da leishmaniose e lutei pela conscientização e prevenção dos cães e da população”, ressalta.

Marli iniciou a campanha em 2005 e agora está retomando o projeto com muito mais força e apoio dos artistas, autoridades e políticos. “A participação de celebridades é fundamental para chamar a atenção do público. Ao verem seus ídolos em fotos com os cães, buscarão mais informações sobre essa terrível doença”, garante.

Como uma das formas de prevenção contra a leishmaniose, a Organização Mundial da Saúde recomenda a utilização de coleira impregnada com deltametrina a 4% nos cães (Scalibor®), principio ativo repelente e inseticida contra os insetos transmissores.
Cães e humanos são vítimas dessa terrível doença
- A leishmaniose visceral é uma doença fatal para os cães.
- Em humanos, se não tratada, pode levar à morte em até 90 % dos casos.
- Cerca de 3.800 novos casos são diagnosticados todos os anos no Brasil.
- A doença é transmitida pela fêmea do inseto. Ao picar cães infectados ela
se infecta e, posteriormente, pica os humanos, transmitindo a doença.
Quando os cães adoecem apresentam principalmente os seguintes sintomas:
- Apatia;
- Lesões de pele;
- Queda de pelos, inicialmente ao redor dos olhos e nas orelhas;
- Emagrecimento;
- Crescimento anormal das unhas.
Os cães podem ficar infectados por vários anos sem apresentar sintomas clínicos. Estes cães são fontes de infecção para o inseto transmissor, e, portanto, um risco à saúde de todos. A única forma de detectar a infecção nestes animais é por meio de exames de laboratório específicos. O Programa de Controle da Leishmaniose Visceral do Ministério da Saúde recolhe e realiza a eutanásia dos cães com leishmaniose visceral, mesmo os que não apresentam sintomas clínicos.
Ajude a combater a leishmaniose
- Não deixe seu cão solto nas ruas;
- Mantenha-o sempre com a coleira à base de deltametrina;
- Mantenha o seu quintal limpo para evitar procriação do mosquito;
- Consulte um Médico Veterinário regularmente;
- Saiba mais sobre leishmaniose no site www.diganaoaleishmaniose.com.br

sexta-feira, 22 de abril de 2011

PALESTRA SOBRE LEISHMANIOSE NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

clique na imagem para ampliar

Convocação Geral para todos que se preocupam com o tema, principalmente os que cuidam, diretamente com os animais,

a presença de todos é vital


Precisamos que as redes sociais e virtuais divulguem, exaustivamente e cada um faça o trabalho boca-a-boca.

Este será um pré-evento e termômetro para uma Audiência Pública com apoio do Deputado
.Estadual Fred Costa juntamente com veterinários de renome, em Belo Horizonte,para dar entrada em um Projeto de Lei, requerendo do Ministério da Saúde o tratamento da Leishmaniose em Minas Gerais. Outros Estados estão fazendo o mesmo.
Neste evento,a presença massiça dos cuidadores, seus questionamentos e depoimentos são de extrema urgência e relevância.

Liguem para aqueles protetores que têm muitos animais, ofereçam ajuda como transporte porque todos sobrevivem com muitas dificuldades.

Será sorteado também, quantidade significativa de ração da Royal Canin

Toda a Causa Animal é esperada, nesse evento!

UNIDOS SOMOS FORÇA!

Saiba mais:acesse, neste BLOG, o marcador, à direita, Leismaniose tem tratamento.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A TOXOPLASMOSE

Data: 6/4/2011 17:03:47

Assunto: NOVELA INSENSATO CORAÇÃO

Prezados Senhores,
A SUIPA - SOCIEDADE UNIAO INTERNACIONAL PROTETORA DOS ANIMAIS está recebendo, desde terça-feira última, uma infinidade de telefonemas e de emails de pessoas revoltadas com o ocorrido com a personagem da atriz Camila Pitanga, na novela INSENSATO CORAÇÃO, que pede para que uma amiga retire de perto dela um gato, pois o "médico" havia recomendado não ter contato com animais, devido ao seu estado de gestação.
Inicialmente gostariamos de lhes esclarecer que os animais não humanos muitas vezes são infectados pelas doenças transmitidas por nós, animais humanos, como por exemplo, tuberculose, pneumonia e uma simples gripe.
A SUIPA, por exemplo, com cerca de TRES MIL ANIMAIS ABRIGADOS, tem um quadro funcional de cerca de 150 pessoas e que, a maioria, é do sexo feminino. Dezenas de funcionárias da SUIPA, que lidam DIRETAMENTE E DIARIAMENTE com os milhares de caes e gatos que chegam adoentados, atropelados e com diversas doenças, já pariram seus filhos, sem QUALQUER TIPO DE PROBLEMA DE SAUDE. Temos veterinárias que trabalharam, com barrigas ENORMES, com mais de seis meses de gestação, dentro do abrigo de caes e de gatos, sem qualquer doença ou problema. O mito de que gato transmite, por exemplo, ASMA, ainda é conhecido por pessoas que , infelizmente, ainda acreditam nisso....mas o curioso é que o gato, nem ASMA tem.... O gato tem é BRONQUITE ALÉRGICA que não transmite para o ser humano.
A TOXOPLASMOSE, que "dizem" ser transmitida pelo gato, muitas vezes acaba prejudicando animais e até pessoas que são, literalmente, OBRIGADAS a não ficar com seus melhores amigos, devido às informações arcaicas e TRUNCADAS!
Para conhecimento da produção/direção da referida novela, a toxoplasmose pode ser transmitida, tanto para animais humanos quanto para os outros animais não humanos, através de fezes de gatos FILHOTES, não de gatos ADULTOS. Os gatos filhotes, quando não vermifugados, podem transmitir essa zoonose. Entretanto, para que uma mulher grávida adquira esta zoonose, ela terá que estar com
BAIXA IMUNIDADE e terá que ter FALTA DE HIGIENE! Para contrair a toxoplasmose, ela terá que ter contato DIRETO COM AS FEZES DO GATO FILHOTE, levando a mão à boca, aos olhos etc....
Um alimento considerado "saudável" , preferido por uma infinidade de pessoas, chamado CARPACCIO, é um dos pratos mais fáceis de SE ADQUIRIR A TOXOPLASMOSE, por ser carne crua, assim como o tradicional ROSBIFE, por ser carne mal passada.
Dessa maneira, a SUIPA gostaria de solicitar a produção/direção da novela INSENSATO CORAÇÃO que reverta essa situação, porque os gatos já são considerados, por muitos, "coisa do diabo".
Agora,
possivelmente, as mulheres em estado de gestação, que assistem a novela em questão, se tiverem cães, gatos, ou outros animais de estimação, irão "imitar" a personagem e acabarao ABANDONANDO SEUS MELHORES AMIGOS.
A informação
CORRETA é TUDO que a TV GLOBO e a mídia , em geral, devem transmitir à população, para que não aconteça um RETROCESSO na cultura de um povo.
Grata pela atenção.
Izabel Cristina Nascimento
Diretora-Presidente da SUIPA




REMÉDIO PARA CINOMOSE (CÃES)E HEPATITE DE GATOS




23/03/2011

GENTE ESTOU CHEIA DE DICAS MARAVILHOSAS PARA PASSAR PARA PROTETORES E
PARA QUEM TEM ANIMAIS E QUE ZELA PELO BEM ESTAR DELES,VEJAM:

01) - ADEUS MONSTRO DA CINOMOSE!!!

ESSA DICA VEIO DE UMA AMIGA E PROTETORA ,FORA DA INTERNET QUE CONHECI
T .

ELA DISSE QUE COM ESSES 03 REMÉDIOS,JÁ CONSEGUIU SALVAR MUITOS ANIMAIS
COM A CINOMOSE JÁ EM ESTADO AVANÇADO E QUE DESDE DE ENTÃO NÃO PERDE MAIS ANIMAIS PRA ESSA DOENÇA.

ANOTEM:

ETNA - COMPRIMIDO (FARMA HUMANA),DAR 01 COMP. DE 12/12 H.
ELE AGE NO SISTEMA NERVOSO CENTRAL,ONDE A DOÊNÇA ATACA

EM PARCERIA COM ELE,DAR TAMBÉM AMOXILINA 500 MG (FARMA HUMANA)
1/2 COMP. DE 12/12 H. COM UM ESPAÇO DO ETNA DE 01 HORA

E COMO COMPLEMENTO,AQUELA RECEITA DO SUCO DE QUIABO.

06 QUIABOS BATIDOS NO LIQUIDIFICADOR COM UM COPO DE ÁGUA,
DAR ESSE SUCO EM UM SERINGÃO VIA ORAL, 5 VEZES AO DIA.

INFORMAÇÕES DE QUANTO TEMPO DE TRATAMENTO, COM A PROTETORA CLÁUDIA
,TEL: (21) 78275724

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PARA HEPATITE DE GATO (LIPIDOSE HEPÁTICA)

FÓRMULA DE MANIPULAÇÃO:

SILIMARINA - 80 MG -VIDRO COM 60 ML.

DAR 01 ML 02 VEZES AO DIA POR 30 DIAS
E ENROFLOXACINO 50 MG , DAR 1/4 01 VEZ AO DIA
ELA DISSE QUE O RESULTADO É NOTADO APÓS 15 DIAS

OBS: ESSA DOENÇA DEIXA O GATO AMARELO E SEM QUERER COMER.


ELA DEU A DICA PARA COMPRAR NA FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO QUE TEM O PREÇO
MAIS EM CONTA,QUE SE CHAMA : BOTICA DO RIO-TEL: (21) 2437-8339
ELES FAZEM ENTREGA EM CASA.

ESSA DICA É DA MESMA PROTETORA ACIMA.

INÊS


Minha gata desmaiava sem motivo, durava uns segundos e rapidamente voltava
ao normal, estava tomando gardenal e não estava mais adiantando !
A solução seria aumentar a dosagem !
Então outro veterinário receitou este mesmo remédio ETNA - Uma beleza !!
Depois de alguns meses de tratamento ela ficou simplesmente BOA !
bjs
BETH
Minha gata tinha ferimentos que não fechavam ,( FUNGOS)
então tomou itraconazol. e está quase boa !
Agora descobri que vende também em loja Pet...

Beth





segunda-feira, 28 de março de 2011

Cães abandonados receberão coleira contra a leishmaniose

Fim dos sacrifícios.


24 de março de 2011

(da Redação)

Milhares de vidas serão poupadas com esta medida (Foto:s/c)

Neste semestre, o Ministério da Saúde dará início a um estudo, em vinte municípios, com duração de trinta meses, sobre a efetividade da utilização em massa da coleira impregnada com princípio ativo repelente e inseticidacontra a leishmaniose, o que indica a adoção da política sugerida pela UIPA, em representação oferecida ao Ministério Público Federal, em maio de 2010, que solicitou providências contra a matança de cães, como pretensamedida de controle da leishmaniose, denunciando a ausência de uma políticas públicas eficazes contra o avanço da doença.

Apresentando inúmeros argumentos e estudos, em um arrazoado de 63 laudas, cuja pesquisa de dados e estudos apresentados teve a colaboração da jornalista Regina Macedo, a entidade contestou a tese defendida pelo Ministério da Saúde, que insistia em recomendar a morte de dezenas de milhares de cães, há décadas, sem respaldo científico algum, contra todas as evidências de que a eliminação de cães soropositivos em nada repercute na incidência da doença, que mantém-se elevada e em expansão pelo país, a despeito de todo o sacrifício promovido.

http://www.anda.jor.br/2011/03/24/caes-abandonados-receberao-coleira-contra-a-leishmaniose/?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

Após o acolhimento da representação, a UIPA enviou ao Ministério Público Federal inúmeros estudos realizados em outros países sobre a eficácia do encoleiramento, utilização em massa da coleira Scalibor, impregnada comdeltametrina a 4%, que é o princípio ativo repelente e inseticida, recomendado pela Organização Mundial da Saúde contra a leishmaniose.

A presidente da UIPA, com o apoio e acompanhamento do Deputado FederalRicardo Trípoli, foi a Brasília, solicitar a inclusão do encoleiramento em massa ao Ministério da Saúde que, logo no início da audiência, anunciou que, em 2011, realizaria o encoleiramento em alguns municípios para fins de estudo de sua efetividade

O encoleiramento em grande escala produz o denominado “efeito rebanho”, que é a extensão de efeito protetor também aos não encoleirados, reduzindo-sea força de infecção pela barreira imposta pela coleira. Tendo em vista que o poder de infectar, os insetos pode persistir no animal tratado, o encoleiramento permitirá pleitear a liberação do tratamento terapêutico (a coleira evita a aproximação dos insetos; sem ser picado, o cão não transmite a infecção).

O encoleiramento em massa ainda reduz a pulverização de inseticidas, prejudiciais ao meio ambiente, além de representar gastos bem menores do que os despendidos com a censurável eliminação da vida de animais.


domingo, 27 de março de 2011

Substituto da Scalibur - Recomendação Técnica

----- Original Message -----
Sent: Sunday, September 16, 2007 10:11 AM


From: afonseca@nin.ufms.br
Subject: Substituto da Scalibur - Recomendação Técnica
Date: Fri, 14 Sep 2007 17:15:36 -0300

Pessoal:

Para quem não tem dinheiro ou não quer comprar a coleira Scalibur (contra o mosquito da Leishmaniose), recomendamos um outro produto que pode ser utilizado como os mesmos resultados.

O produto que substitui a coleira se chama Cyperpour-on e 1 litro custa 10 reais.
É um piretróide (cipermetrina) da mesma família do princípio ativo da coleira (deltametrina), oleoso, e que permanece no pêlo dos animais por mais
de 1 mês. Repele e mata mosquitos, carrapatos, sarnas, piolhos e pulgas (é um inseticida).

Aplica-se da seguinte forma:

Para cães até 10 kilos = 1 ml
de 10 a 20 kilos = 2 ml
20 a 30 = 3 ml
30 a 40 = 4 ml

Aplicar SOBRE O PELO (como se fosse um gel), sendo que parte é aplicado na ponta das orelhas e focinho (local onde o mosquito pica) e o restante na
nuca e sobre as cadeiras do cachorro.

Possui toxicidade como o princípio ativo da coleira contra Leihsmaniose e não deve ser aplicado sob o sol.
Deve-se aplicar pelo menos 1 vez por mês ou depois de cada banho. Para um cão de até 10 quilos, o produto renderá para 83 anos ...

Abs...

Prof. André Luis Soares da Fonseca, MSc.
Imunologia/DPA/CCBS tel (67)3345-7388
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS

"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons!" Martin Luther King

segunda-feira, 7 de março de 2011

Eutanásia Animal


P: O que você pensa da eutanásia aplicada nos animais?

R: Acredito na eutanásia como meio de aliviar-lhes um sofrimento que não se pode aliviar com os métodos terapêuticas convencionais. Mas note que não há restrições desde que seja praticado por um profissional devidamente apto, ou seja, um médico veterinário que, segundo a legislação e segundo a recomendação do próprio Emmanuel, mentor de Francisco Cândido Xavier, é a única pessoa capaz de avaliar esta necessidade. O veterinário também é a única pessoa habilitada a manipular as substâncias próprias deste procedimento com segurança, de modo brando e sem sofrimento. Ele usará uma anestesia que tirará a consciência do animal e provocará uma sedação para, em seguida, aplicar uma outra substância capaz de provocar a parada cardíaca.

A interrupção da vida de um animal por qualquer motivo que seja e não vise ao alívio de algum sofrimento recebe outro nome: assassinato. Tirar a vida de um animal futilmente é motivo de condenação nossa e certamente teremos de responder por atitudes como esta posteriormente.

P: Sou veterinária e tenho uma dúvida importante. O que fazer quando aparece um animalzinho doente, sofrendo em fase terminal. Posso fazer eutanásia ou não, segundo a visão espírita?

R: Para os animais não é levada em grande consideração a Lei de causa e efeito como é para os seres humanos. Para nós é importante que vivamos cada segundo até o derradeiro, mas para os animais esta lei não exige deles retratações e pagamento de dívidas, porque eles são como crianças. Não podemos cobrar de uma criança a atitude ou responsabilidade de um adulto. Os animais vivem no mundo físico para adquirir experiências de vida que contribuam para esta evolução e como eles não possuem tais débitos elevados com aquela Lei, a eutanásia, quando os animais estão passando por casos extremos de sofrimento, não havendo como se recuperar desta dor, tendo sido tentados todos os meios conhecidos e possíveis de amenizar-lhe tal sofrimento, é um método terapêutico. Interrompemos uma vida de sofrimento para que renasçam em um novo corpo sadio e completo para retomar as suas experimentações.

A eutanásia já está nos planos dos Espíritos superiores que cuidam dos animais e que a incluem como meio de aliviar-lhes os sofrimentos.

P: Fale sobre eutanásia praticada por veterinários, às vezes a pedido do dono do animal.

R: A eutanásia é um último recurso usado para aliviar o animal de um sofrimento do qual não se recuperará e não um meio de os donos descontentes de se livrarem de um incômodo. Se for retirada a vida de um animal sadio por simples comodidade dos que querem se livrar de seu animal, por ser velho ou por ser imperativo, por exemplo, neste caso não se falará em eutanásia, mas, sim, em assassinato. Não se pode tirar a vida de uma pessoa ou animal por simples comodidade. O veterinário consciente de suas obrigações, como médico, não deveria aceitar proceder a eutanásia a pedido dos donos, a menos que concorde que não haja tratamentos que possam recuperá-lo do sofrimento. O médico veterinário, após passar anos pelos bancos de faculdades, sabe avaliar a necessidade ou não de se proceder à eutanásia. Os donos podem até mesmo cogitar da possibilidade, mas é o veterinário quem dirá se é ou não válida esta prática em um caso específico. Proceder à eutanásia por comodismo ou por simples meio de obter vantagens financeiras é condenável.

P: Eu gostaria de saber o que acontece a um cão que falece por eutanásia.

R: Quando um animal falece, seu Espírito é amparado por espíritos encarregados de encaminhá-lo aos locais adequados no Plano Espiritual. Não importa se falecem naturalmente ou por eutanásia, eles são igualmente assistidos e amparados pelas equipes espirituais. Quando um veterinário procede à eutanásia, ele usa anestesia geral para que, perdendo a consciência e dormindo profundamente, o animal se desligue parcialmente do corpo. Em seguida a equipe espiritual, que se encarrega deste animal, procede aos desligamentos complementares deste corpo para que seu corpo espiritual separe-se de modo definitivo, enquanto o espírito do animal mantém-se também inconsciente naquela outra dimensão. Então, além do desligamento parcial criado pela anestesia, há o desligamento complementar promovido pelos espíritos. Logo após, o veterinário, aplicando alguma substância letal, consegue provocar uma parada cardíaca no corpo físico. Neste momento o espírito do animal já não se encontra mais ligado a ele. Portanto, deste modo não há sofrimento nem dor neste procedimento.

P: Tive de sacrificar uma pastora de 13 anos que estava com câncer, mas isso me pesou muito. Fiquei triste e até arrependida. Queria saber se ela sofreu muito com este procedimento e como é a vida espiritual dos animais.

R: Quando o animal sofre muito em função de alguma enfermidade degenerativa que não poderá ser curada com os meios terapêuticos disponíveis e o sofrimento já se configurou como algo insuportável, o melhor é a eutanásia, que é uma conduta terapêutica que visa aliviar o sofrimento. Por meio dela são feitas aplicações de substâncias que provoquem uma parada respiratória e cardíaca. No entanto isso somente é feito após a aplicação de um sedativo potente que desconecte a consciência do animal da realidade, para que não sofra no momento em que a substância letal esteja agindo. Este procedimento apenas pode ser feito por um médico veterinário, da maneira mais adequada e para que não haja sofrimento ao animal. O animal e o médico que age neste sentido nunca estão sozinhos. Sempre há uma equipe espiritual acompanhando os procedimentos de eutanásia visando a um retorno tranquilo dos animais ao mundo espiritual, onde serão preparados para a nova experiência que se seguirá, em outra reencarnação que lhe será oferecida.

Uma vez entrando na dimensão espiritual, são assistidos de perto e acompanhados com toda a atenção possível, e seu retorno poderá ocorrer rapidamente ou não.

O espírito não sente dor nem sofre como sofria quando encarcerado no corpo físico. Estando livre do físico, a recuperação da saúde é imediata.

P: Meu cachorrinho sofria de insuficiência renal crônica, um tumor no testículo e inflamação crônica na coluna. Decidimos pela eutanásia, mas me sinto culpada desde que vi seu corpinho sem vida. Queria saber se o Espírito dele já está livre das dores que o corpo terreno lhe proporcionava. Queria ter certeza de que ele está bem e feliz.

R: As equipes espirituais, que se encarregam dos animais, se esmeram em evitar que sofram desnecessariamente. Quando desencarnam, eles imediatamente se vêem livres das dores que lhes provocavam sofrimento. Eles são tratados de modo a eliminar as dores e corrigir as formas corporais e fisiologia corporal (do corpo espiritual) antes de serem enviados à reencarnação ou trabalhos voluntários ao lado dos Espíritos. Quando encaminhados à reencarnação, seus corpos são reconstituídos e preparados para a miniaturização que antecedem ao retorno ao mundo físico. Neste processo, todo o sofrimento evidente nos momentos que antecederam o desligamento (em decorrência da própria enfermidade) desaparece para dar lugar a um corpo, sadio e perfeito em que não há mais dores e sofrimento. No entanto, no caso de morte provocada sem as devidas providências preventivas (provocada por algum leigo e não por um veterinário), as consequências são diferentes. Quando no desligamento não foi usada anestesia e substâncias tóxicas causaram lesões ao corpo espiritual, as equipes espirituais têm mais trabalho em recuperar a saúde do animal lesado e o sofrimento é maior também. E prolonga-se porque o desligamento entre o corpo físico e o espiritual é mais lento. Neste caso o animal mantém a consciência por mais tempo, permanece ligado ao corpo físico por mais tempo, mas mesmo assim o alívio é imediato quando as equipes o desligam em definitivo. Então, em geral, são tornados inconscientes e permanecem em estado de suspensão. Algumas vezes têm permissão para ficar acordados durante o processo de desligamento e após também. Uma vez desligados, o sofrimento desaparece e a felicidade toma o lugar da dor.

Se a eutanásia foi feita por uma pessoa que evitou a dor, então ele nada sentiu e somente encontrou a felicidade no outro lado da vida.

(Respostas dadas por Marcel Benedeti, publicadas no site Comunidade Espírita.)

http://espiritananet.blogspot.com/2011/02/eutanasia-animal.html